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- Inovação que Transforma: CONIN convida especialistas para debater impactos em economias locais
Os dois convidados fizeram parte da fundação e da expansão do Porto Digital, o parque tecnológico que revolucionou e revitalizou uma cidade inteira. O Conselho de Inovação (CONIN) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) promove evento 100% gratuito “Inovação que Transforma”, para debater o impacto da inovação tecnológica em diversos âmbitos: sociais, econômicos e urbanísticos . A palestra acontecerá na plenária da ACSP no dia 12 de março , das 09h30 às 12h00. Claudio Marinho e Francisco Saboya foram uns dos responsáveis pela expansão do parque tecnológico Porto Digital, no Recife (PB). Eles vão palestrar no evento promovido pelo CONIN e pelo Pateo76. Quem vai conduzir o bate-papo é Francisco Saboya , que foi presidente por 11 anos do Porto Digital, é atual Conselheiro do SEBRAE Nacional e do Porto Digital, além de assessor de inovação e transformação digital na FIEPE - Federação das Indústrias de Pernambuco. Ao lado, estará Claudio Marinho , engenheiro-urbanista, com foco em regeneração urbana e na criação de ecossistemas de inovação, sendo reconhecido como uma das principais lideranças brasileiras no desenvolvimento de cidades inteligentes e sustentáveis no Brasil. Ambos foram responsáveis pela expansão do Porto Digital , centro de inovação localizado no Recife (PE), que revitalizou o centro histórico da cidade e impulsionou economias locais até alcançar o mercado exterior. Tito Hollanda Barroso, coordenador do Conin e Pateo76 e executivo de multinacional, vai intermediar o evento e está entusiasmado com o encontro, porque, na visão dele, o Brasil tem potencial para ser protagonista em inovação diante do cenário global. “O Brasil não precisa reinventar a inovação. Precisa escalar o que já funciona. O Porto Digital mostra que, quando há governança, continuidade e liderança empresarial, a inovação deixa de ser discurso e vira desenvolvimento econômico real” - declarou. O evento é 100% gratuito e conta com vagas limitadas. Informações importantes: Data: 12/03 Horário: das 09h30 às 12h00 Local: Rua Boa Vista, 51, 9º andar - Centro Histórico, São Paulo-SP. Entrada gratuita. Garanta seu lugar aqui: https://cutt.ly/UtEXtBQ2
- Indicadores-chave para startups: o que medir antes de escalar
Veja quais são as principais métricas que ditam o verdadeiro ritmo de crescimento da sua startup. Indicadores-Chave, mais conhecidos como Key Performance Indicator (KPI), são indispensáveis para empresas que desejam crescer de maneira orgânica no mercado. É a principal forma de medir quais estratégias estão funcionando e como os clientes recepcionam a marca e os produtos ou serviços. Ainda assim, como saber quais são os indicadores qualificados para acompanhar? Neste artigo, vamos te apresentar os principais indicadores que você deve acompanhar desde o início da sua startup. Indicadores-chave conduzem startups a tomarem decisões mais assertivas para o negócio. Qual é a importância dos indicadores-chave? Construir estratégias e campanhas ajudam na visibilidade da startup, e são os indicadores-chave apontam o que funcionou ou não. Sem eles, é complicado direcionar novas ações e captar leads qualificados, além de atrasar as metas estabelecidas até então. Para definir quais indicadores precisam de acompanhamento, é preciso definir a meta e como pretendem atingi-la. Com isso tudo no papel, é hora de conhecer os diferentes tipos de indicadores-chave. Tipos de indicadores-chave Para cada meta, existe um indicador diferente . E ainda assim todos são válidos de acompanhar. Então, antes de definir quais KPIs precisam de acompanhamento, defina a meta real e o período para analisar os resultados. Confira os principais indicadores que sua startup precisa ficar de olho desde o começo. Indicadores-chave de validação e mercado Antes de escalar sua startup, é preciso provar valor ao mercado e aos potenciais clientes. Taxas de retenção: mostra quantos clientes continuam usando a sua solução ao longo do tempo. Quanto maior for a taxa, melhor; Churn: indica quantos clientes deixaram de usar ou cancelaram a solução em um determinado período. Quanto menor, melhor; NPS (Net Promoter Score): mede o nível de satisfação e recomendação dos clientes; Feedbacks: são importantes para aprimorar processos e atender melhor as necessidades dos clientes; Frequência de uso: indica com que regularidade o cliente utiliza o produto ou serviço. Se a solução é usada raramente, mesmo que não seja cancelada, existe um risco silencioso de churn no futuro. Aqui os indicadores vão te mostrar o que está funcionando ou não, te ajudar a redefinir estratégias e refinar o que pode ser melhorado. Indicadores-chave financeiros Mesmo que sua startup esteja em fase inicial ou ainda não tenha um faturamento sólido, os KPIs financeiros têm um peso gigante no funcionamento da empresa e precisam ser acompanhados de perto. São eles: Faturamento mensal: quanto dinheiro a startup gera em um mês a partir da venda de seus produtos ou serviços. Observe as tendências mês a mês; Ticket médio: indica quanto, em média, cada cliente gasta com a sua solução. Um ticket mais elevado pede maior percepção de valor; CAC (Custo de Aquisição de Cliente): mostra quanto sua startup gasta para adquirir um novo cliente. Acompanhar esse indicador desde cedo evita um erro comum: crescer em clientes, mas perder dinheiro a cada venda; LTV (Lifetime Value): representa quanto um cliente gera de receita ao longo de todo o relacionamento com a startup. Se o LTV é maior que o CAC, o modelo de negócio é estável; Burn Rate: quanto dinheiro a startup gasta por mês para manter a operação funcionando, além de indicar a necessidade de captação. A vida financeira faz com que sua startup respire e sobreviva ao mercado, então tenha a atenção voltada para estes KPIs financeiros. Indicadores-chave de crescimento e aquisição Com a solução validada e dando retorno financeiro, mesmo que pequeno, o ideal agora é olhar para o crescimento do negócio e definir os próximos passos da sua estratégia. O que vai te indicar tudo isso é: Taxa de conversão: quantos leads avançam para a próxima etapa do funil, seja uma venda, um contato comercial ou um teste da solução; Leads gerados: quantas pessoas demonstraram interesse real na solução, seja ao preencher um formulário, baixar um material ou entrar em contato; Canais de aquisição: analise quais canais estão dando maior retorno, considerando qualidade do lead, custo e taxa de conversão; Custo por canal: mostra quanto a startup investe em cada canal de aquisição para gerar leads ou clientes. Se o crescimento for exponencial e permite idealizar um cenário otimista, então os números serão positivos e novas medidas podem ser tomadas em relação ao seu modelo de negócio. Indicadores-chave de operação e time Mesmo que seu time seja pequeno — ou até mesmo formado pelo próprio founder —, os KPIs de operação precisam ser conferidos. Os indicadores-chave de time podem mapear os processos internos e externos , desde produtividade até o tempo médio de atendimento ao cliente. O que você pode conferir: Produtividade por sprint: quanto o time consegue transformar planejamento em execução em um período definido; Gargalos recorrentes: onde os processos travam com frequência, atrasando entregas ou sobrecarregando pessoas. Ignorar costuma gerar retrabalho, desgaste do time e perda de qualidade; Tempo médio de resposta ao cliente: mede quanto tempo a startup leva para responder o cliente, seja em suporte, vendas ou atendimento geral. Respostas rápidas podem incrementar a experiência do cliente; Capacidade do time versus demanda: esse indicador compara o quanto o time consegue entregar com o volume real de demandas que chegam. Com esses indicadores-chave em mãos, é possível ter uma visão macro da sua operação e aprimorar processos. O erro mais comum: medir demais os indicadores-chave e decidir de menos Se você tiver acesso a informações e dados, mas não agir, prejudica no crescimento da sua startup. Os indicadores-chave servem justamente para que o fundador e sua equipe possa tomar decisões assertivas dentro do negócio, e expandir no mercado . Se for apenas para preencher planilhas, então as metas se tornam vazias de significado. Antes de decidir quais indicadores serão analisados, as metas precisam ser definidas desde o começo. E mesmo que sua operação seja enxuta, gera histórico de crescimento da startup. Todos os dados precisam ser analisados e depois virar ação dentro e fora da startup. O que pode gerar reações positivas no mercado e no relacionamento do cliente com a marca. O Pateo76 te direciona para as melhores práticas dentro da sua startup O hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) tem paixão por negócios que solucionam problemas reais com inovação, por isso seu principal objetivo é incentivar, impulsionar e fomentar o ecossistema empreendedor. Startups que passaram pelo Pateo76 tiveram altos e baixos em sua jornada empreendedora, uma vez que o mercado não é linear e passa por constantes mudanças. Por isso, medir é tão essencial quanto escalar sua startup o mais rápido possível. O Pateo76 pode ajudar seu negócio a enxergar oportunidades de negócios e a conectar parceiros de alto potencial estratégico para que sua startup cresça de maneira gradual e segura, sem colocar seus investimentos e operação em risco. Faça parte da nossa comunidade de inovação e se conecte ao novo futuro do seu negócio.
- Caixa forte, startup forte: como organizar o financeiro e crescer com segurança em 2026
Entenda como manter o fôlego financeiro da sua startup em 2026 Entenda como manter a saúde financeira da sua startup O segundo principal motivo que faz uma startup falir é referente a problemas financeiros — que vão desde dificuldade ao acesso de crédito e investimentos até a falta de planejamento orçamentário , segundo o SEBRAE. 2026 promete ser o ano repleto de inovações, que vão moldar cada vez mais a jornada do consumidor, principalmente com os avanços frenéticos da inteligência artificial. A startup, além de estar atenta aos movimentos do mercado e as novas tecnologias emergentes, tem que se planejar financeiramente e manter o fluxo de caixa seguro para as operações permanecerem ativas. Neste artigo, você vai conferir práticas para dominar o financeiro no ano que começa. Faturamento, fluxo de caixa e lucro não são a mesma coisa Faturamento não é a sua única métrica de desempenho financeiro. E só porque ele está alto, não quer dizer que a startup esteja segura e pronta para crescer. Existe uma diferença crucial entre lucro, faturamento e caixa: Lucro: quanto dinheiro sobra; Faturamento: quanto dinheiro está entrando; Caixa: quanto realmente tem para aplicar. Exemplo prático Uma startup vende um software por assinatura. Faturamento (receita): vendeu 100 assinaturas de R$100 por mês. Faturamento total no mês: R$ 10.000 Custos fixos: Servidores e ferramentas: R$ 2.000 Marketing: R$ 2.500 Salários (time pequeno): R$ 3.000 Contador, taxas, impostos: R$ 1.000 Custos totais: R$ 8.500 Lucro é o que sobra no papel, após pagar as despesas. R$ 10.000 - R$ 8.500 = R$ 1.500, é o lucro total do mês. E quanto ficou no caixa? Vamos imaginar que dos 100 assinantes, somente 70 pagaram e os outros 30 não, seja por inadimplência ou pagamento futuro. E as despesas foram pagas integralmente. 70 x R$ 100 = R$ 7.000. Caixa = entradas – saídas R$ 7.000 − R$ 8.500 = – R$ 1.500 Ou seja, o caixa da startup ficou negativo. Faturamento alto não significa que a saúde financeira da startup esteja garantida. É preciso colocar na planilha todos os custos fixos e variáveis mensais para se ter noção real do lucro e de fluxo de caixa. 1. Controle do fluxo de caixa é essencial A saúde financeira da sua startup depende expressivamente do fluxo de caixa, como explicamos no exemplo acima. Por isso os founders devem ficar por dentro do que acontece nesse quesito. Controle básico que toda startup precisa: Entradas e saídas diárias: vendas, compras, pagamentos, tudo entra aqui; Despesas fixas e variáveis: contas de água, luz, aluguel, fornecedores, serviços, etc.; Compromissos futuros: taxas de cartão, empréstimos, salários, taxas governamentais, etc.; Saldo projetado: quanto irá receber nos próximos meses; Reservas: dinheiro guardado para adversidades. Ao ter controle do fluxo de caixa, fica mais fácil projetar cenários futuros para a tração da startup e onde investir a médio e longo prazo. Ferramentas que cuidam do seu fluxo de caixa: Lucrefy , Organizze , Minhas Economias , e muitas outras. Se for usar uma IA generativa para produzir um relatório, tenha em mente que ela é eficiente para organizar dados, gerar análises iniciais, identificar padrões e apoiar decisões, mas ela não substitui o serviço de contabilidade. 2. Entenda as métricas da sua empresa Dados são indispensáveis para determinar as finanças da sua empresa, então você precisa compreender todas as métricas relevantes para o desempenho financeiro. CAC (custo de aquisição de cliente): quanto sua empresa gasta, em média, para conquistar um novo cliente; LTV (valor do cliente ao longo do tempo): quanto um cliente gera de receita durante todo o período em que permanece ativo; Margem bruta: quanto sobra da receita após pagar os custos diretos do produto ou serviço; Ticket médio: valor médio que cada cliente paga por compra ou período. Churn (perda de receita): percentual de clientes que deixam de comprar ou cancelam o serviço em um período. Com esses dados claros, fica mais claro como anda o desempenho real de vendas, de clientes, lucros e dívidas. 3. Planeje com cenários possíveis Agora que você tem todos os dados necessários, é momento de projetar cenários possíveis, desde o mais otimista até o mais desastroso, pois isso te prepara para todos os tipos de situações e te ajuda na tomada de decisões. Os possíveis cenários são: Conservador: neste cenário os recursos são mais escassos e exige estratégia ao lidar com gastos e investimentos, além de tomadas de decisões feitas sob pressão; Realista: indica e apura os dados e fatores do cenário atual, o que pode ser feito a curto e médio prazo nas restrições reais; Otimista: permite que o empreendedor dê uma ‘folga’ ao fluxo de caixa e pense grande quanto às metas e faturamentos do negócio. Todo planejamento deve ser feito com criteriosidade e sinceridade, não fique “glamorizando” sua empresa e foque em cenários cabíveis que te permitem planejar e direcionar as estratégias de negócios. 4. Cresça com eficiência, não com excesso Captar grandes investimentos é quase sempre a principal ambição de uma startup, porque se torna possível aumentar o time, otimizar processos internos e atender outros canais de venda. No entanto, com ou sem investimento, é importante que as startups tenham um crescimento cadenciado e saudável, sem escalar rápido demais, sem estrutura. O que se deve evitar: Inflar time cedo demais: contratar pode passar a imagem de crescimento, mas se sua startup não tem um plano monetário ou que vá garantir a contratação, melhor deixar para depois; Investir pesado sem validação: de nada vai adiantar investir em softwares, melhorias e aplicações se o produto não foi validado pelo mercado e pelos clientes em potencial, estará apenas investindo no escuro; Depender de desconto constante: é uma excelente estratégia de vendas durante lançamentos ou épocas sazonais, mas desconto constante pode desvalorizar o produto ou serviço e reduz a margem de lucro; Gastar antes de entender o retorno: fazer campanhas sem métricas, usar ferramentas sem o uso real, contratações sem impacto definido, tudo isso só prejuízo se você não entender o retorno real do seu negócio. As dicas são pertinentes para que o fluxo de caixa da sua empresa seja poupado de gastos desnecessários ou sem planejamento. Além de contribuir com cenários mais favoráveis para o crescimento da sua startup. Crescer com eficiência não é fazer menos, é fazer melhor. Startups que aprendem a gastar com intenção preservam caixa, ganham autonomia e constroem negócios mais resilientes. 5. Use dados e tecnologia a seu favor Mencionamos anteriormente algumas ferramentas que podem te ajudar na gestão financeira da sua startup. O uso da IA também pode ser proveitoso, uma vez que os benefícios são muitos: Reduz erro humano Ganha agilidade Acompanha indicadores Gera relatórios claros Importante lembrar que qualquer relatório ou dado processado pela inteligência artificial, deve ser revisado periodicamente por humanos. O Pateo76 ajuda sua startup a crescer em todos os âmbitos com estratégia Com a gestão financeira em dia, o crescimento da startup é escalável e marca presença no nicho de mercado. O hub de inovação da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) tem paixão por negócios inovadores, e por isso tem como principal objetivo incentivar e fomentar o ecossistema empreendedor do país. De planejamento estratégico a indicação aos nossos principais parceiros, as startups que entram em nosso hub são encaminhadas de maneira estratégica papara poderem redefinir o modelo de negócios, se necessário, e conquistar destaque no mercado. Se você quer estruturar o financeiro da sua startup com mais clareza, estratégia e apoio, o Pateo76 está pronto para caminhar junto.
- Soft Skills que todo empreendedor precisa dominar em 2026
Com mudanças tecnológicas e nos hábitos do consumidor, o empreendedor precisa desenvolver habilidades para incrementar os times e fazer a empresa crescer. Além das habilidades técnicas, o mercado exige que o empreendedor tenha habilidades comportamentais e interpessoais, as soft skills Ao longo dos últimos três anos, acompanhamos as transformações tecnológicas, o boom das inteligências artificiais e negócios inovadores ganhando cada vez mais espaço no mercado. Porém, existem habilidades comportamentais e interpessoais que trazem alto desempenho entre os empreendedores e seus times, e que IA nenhuma consegue entregar. Fique por dentro das soft skills que farão toda a diferença para seu negócio em 2026. O que são soft skills? Em tradução livre, significa “habilidades sociais”. Ou seja, toda e qualquer habilidade comportamental e que reflita o relacionamento da pessoa com outras ao redor, é uma soft skill. Podem refletir os relacionamentos sociais e os comportamentos diante de situações desafiadoras, seja dentro ou fora do trabalho. Antigamente uma empresa priorizava o perfil técnico do colaborador, com a visão prática da realização de tarefas. Porém, o jogo mudou: além do conhecimento técnico ou específico, o empreendedor deve demonstrar comportamentos positivos para o convívio e para o desenvolvimento próprio. Por isso é importante priorizá-las. Soft skills para empreendedores em 2026 Em um cenário em que a tecnologia avança mais rápido que as relações humanas, o verdadeiro diferencial competitivo das startups está nas pessoas, mais especificamente, nas soft skills dos empreendedores que as lideram. Saber apresentar seu negócio é importante, mas gerar conexões genuínas com os colaboradores e com os clientes é ainda mais determinante para o sucesso do que qualquer pitch deck. Vamos elencar as principais habilidades empreendedoras para 2026 e te preparar para qualquer situação adversa que todo founder passa. 1. Comunicação empática Comunicação é base para toda empresa funcionar bem, desde o primeiro contato com o cliente até as metas traçadas. Se a comunicação tiver ruídos demais, gera problemas de desconexão com a cultura da empresa e até insatisfação de todos os lados. A empatia reforça a importância de ouvir, mesmo que discorde do que está sendo dito. É em uma conversa franca e aberta que vêm as melhores oportunidades de ajustes — as reclamações também, mas o ideal é evitá-las. Como aplicar: Simplifique a mensagem: menos é mais, seja direto e claro ao delegar tarefas, fazer anúncios e nas reuniões; Saiba ouvir com atenção e empatia: espere a pessoa falar, mesmo que discorde, ofereça soluções ou até mesmo apoio; Alinhe as expectativas claras com os stakeholders: nada de promessas falsas ou exorbitantes, apenas objetivos claros e transparência ao comunicar. A longo prazo estas pequenas atitudes vão fortalecer a cultura da sua empresa e garantir a clareza de cada mensagem, seja na divulgação de um produto ou na definição de projetos internos. 2. Inteligência emocional Adversidades acontecem o tempo todo, principalmente no ecossistema empreendedor. Saber lidar com elas é a verdadeira chave para encontrar soluções eficazes. É aí que entra a inteligência emocional. As emoções fazem parte da humanidade e não é possível ignorá-las ou deixá-las de lado, mas lidar, reconhecer e adequá-las , esse, sim, é o caminho. Como aplicar: Conheça suas emoções: o autoconhecimento é o primeiro passo para a inteligência emocional. Sinta, dê nome ao que sente e depois avance para o próximo passo; Gerencie as emoções: analise suas emoções, reações e busque respostas no que pode ter as despertado. Identifique o grau da reação e pense se foi exagero ou justificado; Tenha empatia: coloque-se no lugar do outro, escute sem julgamentos. Não só concorde com tudo que a pessoa fala, sinta aquele contexto e nada de comparações; Relaciona-se: conhecer outras pessoas te permite compreender novas perspectivas, além de aprimorar sua comunicação interpessoal. Lembre-se: sua empresa é composta por pessoas, e cada uma tem sua devida individualidade. Crie uma cultura que seja aberta ao diálogo e acolhedora às diversidades. 3. Adaptabilidade As mudanças fazem parte da jornada empreendedora, principalmente do mercado. As empresas que não se adaptam, ficam para trás e abrem espaço para a concorrência agir. Com as inteligências artificiais e automações, muitos processos internos e externos estão sendo otimizados e interferindo diretamente na jornada do cliente e nas tarefas de trabalho. Prever cenários pode ser uma ótima estratégia , desde que esteja alinhada com toda a equipe. Mas estar atento, participar de feiras do nicho, ter contatos-chave, tudo isso ajuda a te atualizar sobre o mercado e traçar estratégias. No universo das startups, a pivotagem também acaba sendo um caminho viável para adaptações. Não, pivotar não é um fracasso, é a oportunidade de revisitar seu modelo de negócios e fazer ajustes necessários. Como aplicar: Mantenha-se atualizado: acompanhe as notícias, das inovações do nicho. Seja portais de notícias, podcasts ou vídeos no YouTube; Participe de feiras, eventos ou workshops: além de conhecer as novidades e angariar novos clientes, é oportunidade de expandir o networking; Tenha flexibilidade: despegar de sistemas, produtos ou processos é o primeiro grande passo para a adaptabilidade. Faça as mudanças necessárias, sem apego. 4. Pensamento crítico Tomar decisões rápido é ideal, mas tomar decisões com pensamento analítico é muito melhor. O founder precisa, antes de tudo, incentivar a análise no próprio time. Todos os dados são bem-vindos, desde os feedbacks dos clientes até a pesquisa de clima organizacional . Eles serão o norte para cada decisão tomada. Sem achismos, os dados garantem eficiência e abrem espaço para que as equipes elaborem testes para aprimorar processos. Explicamos o conceito de growth hacking , que permite empresas crescerem com pouco recurso, e ele só funciona se os dados e metas forem estabelecidas. Para além do growth hacking, a cultura data driven (baseada em dados) é indispensável para empresas que querem fomentar a inovação no mercado. O data driven incentiva o armazenamento e as tomadas de decisões através da leitura de dados. Como aplicar: Filtre as informações: determine o que é relevante, o que precisa ser analisado e o que pode ser um decisor; Analise os dados: faça leituras de gráficos, dashboards, todas as deduções devem ser feitas a partir de dados . 5. Colaboração Diferente do que pensam, empreendedorismo não precisa ser solitário . As colaborações são a base para que todo negócio tome o caminho certo e evite refações. De co-founders a investidores, todo stakeholder importa. Porque são perspectivas e experiências diferentes das do founder que trazem impactos diretos e indiretos no modelo de negócios. Também esteja disposto a colaborar com o ecossistema de startups: dê dicas, apoio nas redes sociais, indique contatos. Tenha o pensamento de que todos podem crescer! Como aplicar: Ofereça ajuda: todo mundo começa perdido, ninguém tem obrigação de saber tudo, por isso a gentileza, empatia e colaboração pode ser luz para quem precisa; Filtre os conselhos: cabe ao founder e sua equipe acatar os conselhos direcionados. Se não fazem sentido para a empresa, não descarte totalmente, se pergunte se tem como adaptá-lo; Participe de comunidades de inovação: estes espaços permitem que sua startup se conecte com parceiros, investidores e clientes em potencial. O Pateo76 é um hub de inovação que proporciona espaço acolhedor e com direcionamentos estratégicos para todo negócio que deseja inovar. 6. Aprendizado contínuo Se as mudanças são constantes, o aprendizado também deve ser. Só o ChatGPT passou por três atualizações diferentes em 2025, com ferramentas mais desenvolvidas e que tornou outras funcionalidades obsoletas. Ferramentas, o mercado, a necessidade e a jornada do cliente mudam constantemente e o empreendedor deve estar disposto a aprender. Testar é essencial para que o seu negócio possa evoluir. Testar novas ferramentas, novos métodos, novos conceitos, desde que esteja alinhado com a estratégia e propósito do negócio. Como aplicar: Growth mindset: aplique o teste, o erro e o ajustar na cultura da empresa, isso vai incentivar a criatividade e o senso de pertencimento entre os colaboradores; Acompanhe notícias: assine newsletters, ouça podcasts ou navegue na internet para acompanhar as novidades, principalmente as tecnológicas voltadas para negócios. A inovação começa de dentro A startup mais bem sucedida tem mais do que alto capital, mas as que têm líderes humanos, adaptáveis e conectados. 2026 promete ser um ano cheio de altos e baixos no mundo empresarial e o Pateo76 está mais do que disposto a te ajudar a desenvolver habilidades empreendedoras. Desenvolver soft skills é essencial para liderar com impacto. Se você quer impulsionar sua startup e se conectar com um ecossistema de inovação, o Pateo76 é o lugar certo para começar. Junte-se à nossa comunidade e avance com quem está construindo o futuro.
- IA nas Startups: como aplicar sem perder o toque humano
A inteligência artificial tem revolucionado o mercado, principalmente entre as startups. Com o boom do ChatGPT, o mercado foi impactado pelo uso de IA nas empresas. Porém, a rotina do consumidor também teve mudanças bruscas graças às ferramentas, como a hiperpersonalização e resultados de pesquisa rápidos. Dados da AWS apontam que, só no primeiro semestre de 2025, 53% das startups brasileiras utilizam IA em suas operações . Enquanto 31% utilizam a tecnologia para desenvolver novos produtos. Desta forma, o founder precisa estar atento às oportunidades e mudanças que a inteligência artificial pode proporcionar ao seu negócio. Mas como fazer isso sem perder o toque humano? Neste artigo, você vai entender como utilizar a tecnologia a favor da sua startup e ainda manter os clientes perto. IAs não substituem habilidades humanas, como a criatividade, empatia e humor. Inteligência artificial é ferramenta, não substituta Mesmo que as IAs generativas reconheçam padrões e respondam de forma semelhante à humana, é necessário reforçar que ela é somente isso: códigos que reconhecem padrões. Por mais tentador que seja fazer tudo por IA, é recomendado pensar estrategicamente, principalmente dentro de empresas inovadoras, como aplicar os recursos da inteligência artificial sem deixar o senso crítico de lado. O risco de fazer tudo sem revisão é gastar tempo e dinheiro precioso para refazer tarefas que deveriam ter sido executadas por um humano desde o começo. No mercado, essa prática recebe o nome de Workslop — que significa ‘trabalho desleixado’ em uma tradução livre — e é prejudicial para as empresas de todos os tamanhos e nichos, porque contribui com um clima organizacional desordenado e com comunicações falhas que podem gerar frustrações, especialmente com a gerência. Aplique a IA em operações repetitivas ou que podem poupar horas de trabalho, desde que com objetivos claros e com revisão. Atendimento IAs são uma ótima aliada para o atendimento, sobretudo na triagem e nas dúvidas básicas do cliente. Ainda assim, a melhor maneira de fidelizar um cliente é via um atendimento humanizado e personalizado . Isso garante o sentimento de pertencimento na comunidade da sua empresa, não somente a venda. O pós-venda também é essencial na jornada do cliente, e contribui para fidelização e propagação da sua marca. Qualificação de leads Para garantir ações de prospecção eficazes e personalizadas , a IA auxilia as empresas a filtrar os leads e identificar os clientes ideais. Com análise de dados aprofundada, a inteligência artificial é capaz de produzir relatórios relevantes como, por exemplo: Comportamento do consumidor; Segmento da empresa; Localização; Ticket médio. Essas análises preditivas colaboram para que sua empresa esteja sempre a frente da concorrência e a atingir objetivos de maneira mais rápida. Assim, o time comercial passa a atuar com mais estratégia e menos tentativa e erro. Análise de dados e tomada de decisão Os founders precisam tomar decisões rápidas e assertivas constantemente, tendo pouca margem para o erro, o obrigando a analisar todos os cenários possíveis com olhar crítico. Se a startup conta com uma grande base de dados para analisar, existem plataformas de inteligência artificial que contam com funções de análises preditivas e geração de relatórios. Dados que podem ser analisados: comportamento de clientes; análise de churn; previsões de demandas; tendências de mercado; oportunidades de melhorias. Todas essas informações colaboram os founders, sócios e colaboradores a compreenderem o cenário atual e futuro da startup dentro do mercado. Lembrando que a inteligência artificial é uma ferramenta, quem deve interpretar e tomar as decisões finais são os humanos. Dica: evite pegar informações em excesso, pois pode prejudicar seu foco nos objetivos a médio e longo prazo. Escolha um dado a ser analisado e foque nele. Marketing de Conteúdo IAs podem potencializar a criatividade e auxiliar na estruturação de conteúdos para startups, principalmente para quem tem um time enxuto de marketing. Porém, é preciso ter cautela ao usar as plataformas, pois pode correr o risco de se deparar com informações incorretas ou as famosas “alucinações” — quando as inteligências artificiais generativas respondem com inverdades. O que a IA não fornece: sensibilidade cultural; identidade da marca; humor; tonalidade própria; experiência vivida; repertório emocional; storytelling genuíno. Desta forma, não copie e cole o texto gerado: leia, analise, corrija, veja se é a forma que você quer se comunicar com o público e, principalmente, se faz sentido publicar aquele conteúdo. Seu público quer conexão com os valores da sua startup, não com os textos genéricos. Processos internos e produtividade Aqui é onde a inteligência artificial pode trabalhar sem afetar o toque humano , porque abrange a eficiência e automatização de processos repetitivos que podem otimizar tempo de produtividade. O que a IA pode fazer por sua startup: automação de fluxos internos; organização de documentos; gestão de projetos; triagem de prioridades; criação de relatórios; otimização de tarefas repetitivas. Quanto mais processos automatizados, mais tempo o time tem para criar, testar, conversar, inovar e tomar decisões estratégicas. O que a inteligência artificial não substitui As inovações são uma constante atualmente, o que implica que quem não se atualizar ficará para trás ou obsoleto rapidamente. É verdade, uma vez que as inteligências artificiais e outras tecnologias estão impactando diretamente no comportamento do consumidor e no desempenho de vendas. No entanto, conhecer e aplicar o uso de IAs é uma habilidade técnica, enquanto usar os sentidos, pensar é uma habilidade totalmente humana. O que a IA nenhuma substitui: empatia; ética; criatividade intuitiva; sensibilidade emocional; construção de confiança; negociação; liderança; visão estratégica baseada em propósito. Inteligência artificial é aliada da inteligência humana Agregar suas habilidades humanas à inteligência artificial potencializa a tração da sua startup e ainda te deixa por dentro das inovações e novidades do mercado. Defina em quais setores e os objetivos para utilizar plataformas de IA dentro da sua organização. Veja o que pode ser otimizado e automatizado. As áreas que exigirem tato humano — atendimento, SAC, produção de conteúdo — você precisa estimular a criatividade, a empatia e, se possível, ter um time multidisciplinar. No Pateo76 , acreditamos que a inovação real é aquela que junta criatividade com soluções eficientes para dores reais no mercado, oferecendo alto impacto no ecossistema de startups.
- Conheça os principais modelos de negócios e qual se aplica à sua empresa
O modelo de negócio é a estrutura principal de uma empresa, pois define como o cliente será impactado pela solução oferecida. Então, é correto afirmar que o modelo de negócios começa com a primeira ideia da possível solução para determinado problema, e se estende até o momento da captura do cliente. O modelo de negócio serve como norteador para que a empresa agregue, de fato, valor ao consumidor final. A ideia é que o modelo de negócio responda às seguintes perguntas: O que é oferecido? (Produtos ou serviços). Quem são os clientes? (Segmentos de mercado). Como a oferta chega ao cliente? (Canais de distribuição). Como a empresa ganha dinheiro? (Fontes de receita). Quais recursos e atividades são necessários? (Processos, tecnologias, parcerias). Quais são os custos envolvidos? (Estrutura de custos). Em 2010, Alex Osterwalder e Yves Pigneur lançaram o livro “Business Model Generation”, que apresentou o modelo de negócios Canvas que apresente nove pontos principais: Segmentos de clientes; Propostas de valor; Canais; Relacionamento com os clientes; Fluxo de receita; Recursos-chave; Atividades-chave; Parceiros; Estrutura de custo. Ao preencher o Canvas, fica mais fácil de entender o tipo de modelo de negócios que se adequa à sua empresa. Importante lembrar que existem vários tipos de modelo de negócios, e que podem se ajustar conforme o crescimento ou readequação da empresa. Saber como estruturar seu modelo de negócios é crucial para o sucesso da sua empresa. Neste artigo, você aprenderá os tipos mais comuns, como eles funcionam e qual é o mais adequado para você. Tipos de Modelos de Negócios Conhecer alguns modelos de negócios ajuda o empreendedor a compreender melhor a solução que quer levar ao mercado e como impactar clientes de maneira que agregue valor - e não ser só mais uma no nicho. Tendo uma ideia de como a solução e o processo do produto ou serviço funcionam, se torna mais fácil entender qual estrutura empresarial é a mais adequada para aplicar. É bom saber que é possível ter mais de um modelo de negócio dentro da organização, isso tudo depende da solução criada e dos públicos a serem atingidos. B2C - Business to Customer Conhecido como Business to Customer , ou “Empresa para o Consumidor” em português, é um dos modelos de negócios mais conhecidos no mercado e pela sociedade ao todo. Se trata da venda direta de produtos ou serviços para o consumidor final, com auxílio de distribuidoras e lojas varejistas. O nicho mais comum com essa estrutura estratégica é o varejo. Exemplos: Pão de Açúcar, Ultrafarma, Americanas, Amazon, etc. B2B - Business to Business O Business to Business, ou “Empresas para Empresas”, tem as empresas como consumidor final. Os famosos “serviços terceirizados” estão neste modelo, como os serviços de T.I, consultorias, indústrias no geral, etc. Exemplos: Salesforce, Braskem, Wellhub, Serasa, Sebrae, etc. D2C - Direct to Customer Já o Direct to Customer, “Direto com o cliente”, é quando as empresas vendem diretamente ao cliente, sem intermediários, como lojas varejistas e distribuidoras. Esse modelo ganhou mais força com o e-commerce sendo mais utilizado pelos consumidores. Exemplos: O Boticário, Cacau Show, Havaianas, etc. P2P - Peer to Peer A principal característica do Peer to Peer , ou “Pessoa para Pessoa” em português, é que não há intermediários entre as pessoas físicas quando trocam informações, produtos ou serviços. No caso, pode haver uma plataforma facilitadora, como um marketplace, para que a interação ocorra. Mas ela não afeta diretamente na venda ou distribuição do produto, ou serviço. Exemplos: OLX, Airbnb, Quinto Andar, Uber, etc. Franquia Um dos tipos mais comuns de modelos de negócios no Brasil é a franquia. A franqueadora, conhecida como a empresa-mãe, detém os direitos da marca, dos produtos e serviços e da estrutura do negócio em geral. A distribuição de franquias acontece quando o empreendedor contrata essa estrutura estabelecida para revender seus produtos ou serviços na região. O franqueado deve seguir todas as diretrizes existentes da empresa-mãe. Exemplos: Natura, Havanna, McDonald’s, Piticas, Oggi Sorvetes, etc. Marketplace A tradução mais próxima seria “mercado” e está bem próximo do conceito desse modelo de negócio. A ideia é que haja um “shopping center virtual”, onde o cliente possa encontrar variedade de preços para o mesmo produto ou serviço, além de aumentar o alcance da marca aos consumidores. Para grandes players do mercado, a plataforma pode ser propícia para intermediar vendas. Já para o médio e pequeno varejo, se torna um canal de comunicação e facilitação que dispensa a necessidade de um e-commerce próprio. Exemplos: Mercado Livre, Shopee, Magalu, AliExpress, etc. Assinatura Advindo dos jornais e das revistas, o modelo de negócios de assinatura tem ganhado mais espaço no cotidiano dos consumidores por conta dos serviços streaming . É um modelo simples, que fideliza mais rápido com o acesso contínuo de produtos ou conteúdos por meio de pagamento recorrente, seja semanal, mensal ou anual. Exemplos: Netflix, Spotify, Alura, Microsoft 365, Petlove, etc. Plataforma Multilateral A conexão de diferentes tipos de usuários para facilitar a interação entre eles é o ponto principal deste modelo de negócio. Nesse caso, pode-se pensar em aplicativos que agendam exames ou consultas, já que conectam quem presta o serviço (profissionais da saúde) com os clientes (pacientes). Esse é apenas um pequeno exemplo das variáveis das plataformas multilaterais. Exemplos: Udemy, Instagram, Amazon, Airbnb, etc. Dropshipping É um modelo de negócio para e-commerce, o qual o lojista não mantém o estoque dos produtos que vende. Ao invés disso, ele compra diretamente com o fornecedor, que entrega diretamente ao cliente. Sendo assim, o lojista pode oferecer uma variedade de produtos maior aos clientes sem se preocupar com estoque ou logística. Exemplos: Shopify, AliExpress, Blitsy, etc. SaaS - Software as a Service O Software como Serviço é quando uma empresa oferece o acesso a uma plataforma através da internet para o consumidor, seja empresa ou pessoa física. O método de receita é feito através da assinatura e o software costuma hospedado na nuvem. Exemplos: Slack, Google Workspace, HubSpot, Zoom, etc. Confira os principais modelos de negócios de grandes empresas brasileiras. Validação do Modelo de Negócios Com os diferentes tipos de modelo de negócios apresentados, é preciso pensar qual é a que mais se adequa à sua empresa. Porém, é recomendável dar alguns passos para trás e faça uma pesquisa de mercado para entender se sua solução é viável e se há uma procura pela mesma. Com isso consolidado, análise feedbacks e métricas que indiquem o comportamento do consumidor em relação ao seu produto ou serviço. Faça as melhorias necessárias e estabeleça uma comunicação eficiente externa e interna. Testes são essenciais para validar um modelo de negócios , como testes A/B, que permitem comparar diferentes abordagens, ou pilotos de mercado, que ajudam a avaliar a recepção do público antes de um lançamento maior. Analise como os clientes reagem a um preço pelo seu produto ou serviço. Se houver mais conversões, significa que o preço é o ideal. Outro ponto importante é a validação da proposta de valor oferecida pela empresa. Verifique se aquilo que torna sua solução única é, de fato, eficaz e agregue valor aos clientes potenciais mediante uma comunicação estratégica e atrativa. Todos esses pontos são essenciais para que a empresa seja destaque no mercado e conquiste ainda mais clientes. No Pateo76 , mostramos como você pode inovar seu negócio, independente do porte e do modelo de negócio. Acesse nosso site para mais informações e acompanhe nossas redes sociais para dicas exclusivas sobre inovação empresarial.
- Growth Hacking: o método que faz startups crescerem rápido com poucos recursos
O crescimento rápido guiado a dados pode ser a resposta que sua empresa precisa para se destacar no mercado. A metodologia abraça estratégias de marketing e tem o intuito de fazer com a startup escale de maneira gradual e com baixo custo. De primeiro momento, parece algo impossível ou até mesmo um milagre, mas não, o growth hacking é um método testado e aprovado em grandes empresas e startups. Neste artigo, você vai entender o conceito de growth hacking e receber dicas para fazer sua empresa crescer sem gastar muito recurso financeiro. Growth hacking é um método que envolve testes para impactos a longo prazo O que é growth hacking Em uma tradução livre para o português, o termo growth hacking, significa “hackers de crescimento” ou “atalhos de crescimento”. O termo ganhou popularidade graças a Sean Ellis , que é especialista de Growth em empresas, em 2010. Para desenvolver a teoria do Growth, ele analisou características que empresas de rápido crescimento tinham em comum. Ele listou o seguinte: Inovação no marketing: elas buscavam maneiras inovadoras para fortalecer a marca e divulgar o produto ou serviço; Time engajado no crescimento: os profissionais tinham perfis variados e eram voltados para growth hacking; Otimizações baseadas em análises preditivas : informações e dados eram o verdadeiro norte para tomada de decisão. O growth começa de dentro para fora. Ou seja, quando a startup estrutura sua cultura para o crescimento, mais rápido os resultados aparecem. Por que aplicar growth hacking na sua startup? O crescimento saudável é o cenário ideal para startups que querem conquistar clientes e o mercado. Desta forma, não é recomendado aplicar várias estratégias sem fundamento , propósito ou meta, porque gera desgaste, exaustão e prejuízo. O growth hacking é, na verdade, a junção de pequenas melhorias que impactam a longo prazo , por isso que testes constantes são indispensáveis para o crescimento da empresa. A cultura do growth hacking contribui para cenários inovadores e disruptivos para que as empresas desenvolvam soluções e aprimorem processos internos e externos. Práticas para o growth hacking no seu negócio Não existe mágica no growth, mas a persistência em testar e adaptar processos que podem alavancar a empresa. Para isso, como mencionamos anteriormente, exige testes e adequações. Para aplicar todo o conceito estrategicamente na startup, é possível dar os seguintes passos. Defina o problema Se reúna com seu time e analise qual métrica ou processo pode ser aprimorado, isso vai gerar um norte para os testes que serão feitos. As seguintes perguntas podem ser feitas: Quais métricas precisam melhorar? (vendas, retenções, aquisições, etc.) O que pode estar impedindo o crescimento da startup? Exemplo: se o CAC for maior que o LTV, é preciso entender o que pode estar interferindo na retenção do cliente. Com o problema definido, é momento de estruturar hipóteses que podem solucioná-lo. No exemplo acima, a empresa pode cogitar pensar em ações de marketing para chamar a atenção de clientes e outras estratégias para retenção de clientes ao longo da jornada de compra. Exploração de ideias Com as hipóteses desenhadas, é momento de explorar ideias de torná-las possíveis. O que ajuda na criatividade é justamente a pesquisa dentro do setor, seja entre os concorrentes ou as necessidades do mercado. Uma reunião focada em brainstorming pode gerar ideias mais rapidamente. Se o time for diverso, com muitas áreas, mais afinadas serão as ideias. Não descarte ideias de primeira! Analise com calma e junte com outras possibilidades. Estabeleça metas Com as ideias prestes a sair do papel, é importante definir os KPIs (Indicador-Chave de Desempenho) e o objetivo de cada um. Exemplo: se você quer aumentar a quantidade de leads, talvez produzir e-book com landing page seja um caminho. Determinar o período claro para o experimento é essencial para entender se os resultados foram atingidos ou não. Exemplo: anunciar o e-book por 1 mês nos canais de e-mail e redes sociais e atingir 1.000 leads, um aumento de 20%. Se a meta for atingida ou superada, o experimento funcionou e pode ser replicado esporadicamente na startup. Caso contrário, é necessário se reunir novamente com o time e revisitar as ideias apresentadas anteriormente. IMPORTANTE: realize um teste por vez para ter uma visão macro do que funcionou ou não. Análise de resultados Após o período estabelecido, é momento de analisar os resultados do experimento. Colete os dados necessários e junte com o time para medir o desempenho. É preciso ser criterioso e analisar o que funcionou ou não , quais as ações foram favoráveis, o que precisa ser aprimorado e assim por diante. Os resultados são essenciais para o crescimento rápido da empresa, uma vez que as ações bem-sucedidas podem abrir espaço para ações maiores, enquanto as que não atingiram o objetivo, precisam passar ajustes e receber maior atenção. É hora de parar? Não! Growth Hacking é um processo contínuo numa empresa que deseja crescer cada vez mais . Com as atualizações tecnológicas e as mudanças bruscas de mercado, é importante que a startup esteja por dentro das novidades e consolide inovações em seus processos. Incentive o time a ser empenhar no crescimento da empresa, a pensar em maneiras de agilizar e otimizar a gestão, o processo de vendas, o pós-venda, etc. Empresas que aplicam growth hacking A cultura do crescimento de negócios impulsionou grandes empresas que hoje têm fatias relevantes de mercado. Mais do que um produto inovador, é a inovação constante e que atinge os objetivos esporadicamente. Conheça algumas empresas que aplicaram práticas de growth hacking. Airbnb A principal empresa de aluguel de imóveis para temporada começou a ganhar público ao usar a plataforma Craiglist, conhecida como site popular de classificados dos EUA, para divulgar anúncios de imóveis. O resultado? Em pouco tempo a base de usuários explodiu e expandiu a empresa . Esse caso é um dos mais conhecidos entre a comunidade de growth hacking. Dropbox Com tecnologia de armazenamento em nuvem, a Dropbox conquistou o mercado quando ofereceu armazenamento adicional gratuito para usuários que os indicasse para amigos. A ação impactou diretamente no crescimento da empresa e reduziu o custo de aquisição de clientes (CAC) significativamente. Hotmail (atual Outlook ) Quando ainda era Hotmail, a plataforma de e-mails investiu em uma maneira inusitada e simples de angariar usuários: adicionou uma assinatura ao final de cada e-mail enviado, que era “PS: I love you. Get your free email at Hotmail.” O resultado foi que , em seis meses, conquistaram 1 milhão de usuários em uma ação totalmente orgânica. Slack Esse case é a prova de que o feedback faz toda a diferença no crescimento de uma empresa. O Slack oferecia o produto para pequenas equipes e analisou os feedbacks dos usuários, atualizando e ajustando o produto em tempo real. O resultado foi um crescimento orgânico por indicações entre as equipes. LinkedIn A rede socia l aplicou as técnicas de indexação de pesquisa e SEO em perfis dos usuários , o que aumentou o tráfego orgânico e tornou o nome das pessoas pesquisáveis. Com o impacto direto em contratações e divulgações de vagas, mais usuários entenderam o valor de criar e administrar perfis profissionais . O Pateo76 pode te ajudar a crescer e a ganhar espaço no mercado O hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) acredita e aplica a importância do crescimento exponencial das startups, principalmente no Brasil. Com o apoio do SEBRAE e de outras entidades de alto impacto no mercado , a sua startup pode participar gratuitamente de nossos eventos , pitch days e possibilidade de networking com outras empresas e parceiros estratégicos. Nossa cultura de growth hacking está nas conexões de valor e nas oportunidades que o ecossistema de startups tem a oferecer. Quer colocar o growth hacking em prática? Conheça nossos programas e eventos no Pateo76 e descubra como sua startup pode crescer exponencialmente.
- Validação de mercado: como saber se sua startup tem potencial
A validação de mercado de uma startup é um processo importante para que a solução tenha espaço entre os concorrentes e conquistar potenciais clientes. Ao desenvolver uma ideia inovadora, é muito importante saber se o mercado está aberto para recebê-la. Esse processo é conhecido como validação de mercado, ou validação da startup. A validação requer que a empresa volte o olhar para os processos externos e internos, que faça testes de aplicabilidade, identificação de falhas, pesquisas recorrentes com clientes e com a própria equipe, além dos recursos financeiros. Neste artigo, você vai entender na prática como funciona a validação de mercado e entender se a sua startup está pronta para ser lançada no mercado. A validação de mercado permite o empreendedor a poupar dinheiro e atingir o público certo. A importância da validação de mercado Além de ser um importante norteador quanto a funcionalidade do produto/serviço da startup, a validação auxilia em questões internas e externas da empresa, como, por exemplo: Evita desperdícios de recursos financeiros, o que mantém o fluxo de caixa mais leve; Otimiza o tempo e os processos da empresa, que pode focar no que realmente importa; Motiva as equipes a seguirem adiante com o projeto. Conheça o mercado Não é preciso dizer que é essencial conhecer o mercado em que a startup está inserida, mas é sempre bom reforçar. Entenda qual é a necessidade do momento e como sua solução pode atendê-la e, é claro, se há demanda para tal. Em seguida, conheça o público que está nesse mercado, seus comportamentos e hábitos. O ideal é que a empresa faça uma persona para deixar o projeto mais segmentado. É importante fazer benchmarking para identificar pontos fortes e fracos dos concorrentes e entender o que a startup oferece de diferente. Segmente o público-alvo É certo que a startup desenvolveu a persona durante o processo de modelo de negócios, mas o ideal é que seja ainda mais segmentado. Então, ao invés de: estudantes de 18 a 25 anos. Pense assim: estudantes de São Paulo do ensino superior de rede privada de 18 a 30 anos. Quanto mais segmentado for o público-alvo, maiores as chances da startup conquistar lugar no mercado e na preferência dos clientes. Além disso, auxilia as equipes a serem mais assertivas na oferta e prototipação do projeto. Escute o público-alvo Depois da segmentação, é importante saber se há um problema a ser resolvido. Entrar em contato com o público-alvo é o que vai trazer luz ao projeto, pois pode indicar se estão no caminho certo ou quais direções seguir. Envie formulários, faça enquetes nas redes sociais, e leve todas as respostas em consideração ao tomar decisões importantes do projeto. Com os dados em mãos, é o momento de desenvolver o MVP do projeto, que discutiremos a seguir. Tenha recursos para sustentar o projeto A solução vai passar por testes e prototipações, o que exige tempo e dinheiro da startup. Por isso, é necessário buscar recursos financeiros para sustentar o projeto, seja por meio de teses de investimento ou outros meios. Ter o apoio de uma equipe de contabilidade, principalmente na fase de testes do produto/serviço, pode otimizar ainda mais o tempo da empresa e ajudar a manter o fluxo de caixa. Construa o MVP - Minimum Viable Product (Mínimo Produto Viável) O Mínimo Produto Viável (MVP) é um protótipo do produto/serviço com uma formatação simples que passará por testes. A ideia é que os clientes dê feedbacks e a empresa mapeie os pontos a serem melhorados antes do lançamento final. Nesse processo é comum que se faça ajustes em partes como o design de experiência do usuário, legibilidade de textos ou aspectos físicos do próprio produto. Identifique oportunidades de melhorias e ajustes Ao analisar os feedbacks dos clientes, é ideal que a equipe faça os ajustes necessários para deixar o projeto mais atrativo e rentável. Persistir em pequenos erros pode custar a confiança do cliente, ou seja, é muito caro. Por isso, não hesite em testar e reajustar um processo sempre que necessário. Determine o momento certo para o lançamento Se o mercado estiver apto em aceitar sua solução, então podem existir potenciais compradores à espera do seu projeto. Porém, é preciso ressaltar que é possível que já tenha concorrentes dispostos a suprir a necessidade desses clientes, o que só impulsiona a startup a destacar seu diferencial através de um planejamento estratégico de comunicação. Com tudo alinhado e o mercado aquecido, a startup pode lançar a solução final e começar a lucrar. Depois da validação da startup O processo de validação é um ponto essencial para que a startup ganhe espaço no mercado, precisando ser meticuloso e revisto antes do lançamento final. Agora que a validação passou, a startup pode encontrar três possíveis cenários: Validação aprovada Validação aprovada parcialmente Validação recusada Entenda um pouco mais sobre esses cenários e o que fazer a seguir. Validação de startup aprovada Parabéns! Significa que sua startup está apta para o mercado e o produto/serviço se aplicam ao público-alvo. Agora, o ideal é reunir mais recursos financeiros para o capital de giro para fazer com que o lançamento aconteça e comece a faturar. Validação de startup aprovada parcialmente É um bom sinal, por mais que não pareça. Mostra que ajustes são necessários para refinar ainda mais o projeto. Como o processo de validação já aconteceu, fica mais fácil encontrar o que precisa ser ajustado. É a oportunidade de maturidade da startup, pois ela pode juntar todos os feedbacks, estudar os erros e tentar mais uma vez de forma mais estratégica e certeira. Não tenha receio em ter que revisar coisas fundamentais do projeto, como o comportamento do público-alvo, a estrutura do produto/serviço, etc. Validação de startup reprovada Significa que a startup precisa reavaliar o projeto e fazer todo o processo do zero. Essa situação é mais comum do que parece e pode acontecer por diversos motivos, como falta de demanda, concorrência forte ou inviabilidade financeira. Mas não quer dizer que a startup precise abandonar tudo! A startup pode optar pela pivotagem — processo no qual a empresa muda seu modelo de negócio, público-alvo, mercado ou estratégia para algo mais viável e rentável. Impulsione sua startup com a cultura tradicionalmente inovadora do Pateo76 O hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo leva as startups a um novo patamar do mercado através de programas, workshops, pitch days e conexões estratégicas entre ideias inovadoras e com quem entende de negócios. Faça parte da nossa comunidade de inovação e fique por dentro das novidades do mundo dos negócios e da tecnologia.
- Product-Market Fit: o que é, como encontrar e como manter sua startup no caminho certo
Entenda como a validação do produto e serviço impactam diretamente no desempenho e nos lucros da sua startup. Para a startup ganhar espaço no mercado, ela precisa ter validação do produto e do serviço, que faz o cliente comprar e fidelizar. E para isso acontecer, o fundador e a equipe devem submeter o produto a diversos testes, pesquisas e validações práticas para entender o impacto real no nicho e com os consumidores. Esse conceito é chamado de Product-Market Fit (PMF) , ou “ajuste de produto-mercado” em português, que se concentra em entender como o produto ofertado se relaciona com o mercado e o retorno lucrativo. Para atingir o PMF, o produto deve ter alta demanda e satisfazer a necessidade do consumidor. Entenda como o PMF ajuda a direcionar a startup para o caminho certo e o que fazer para atingir os parâmetros do conceito. O Product-Market Fit ajuda a startup entender se seu produto ou serviço se adequam ao mercado. O que é Product-Market Fit? Muitas startups começam com ideias inovadoras, mas não conseguem fôlego para desenvolver, aprimorar e lançar um produto. O PMF ganhou notoriedade entre os empreendedores justamente por este ponto. É o conceito que se concentra no desenvolvimento de produtos e serviços nas startups. Em outras palavras, mostra se o produto é ou não adequado para o mercado. Andy Rachleff , co-fundador da Benchmark Capital, é associado ao conceito por dar origem à adequação do produto ao mercado. Porém, foi Marc Andreessen que popularizou o PMF e o identificou como o primeiro grande obstáculo de uma startup ter um crescimento sólido. Por que o Product-Market Fit é importante para a startup? O principal objetivo do product-market fit é que a startup evite e corrija falhas para que o crescimento seja escalável e sólido. Sendo assim, alcançar o PMF é indispensável para que a startup se destaque no mercado e alcance os clientes ideais. Com a falta do PMF, a startup pode encontrar alguns empecilhos na trajetória, como, por exemplo: Dificuldade em atrair clientes: se o produto não atende as necessidades do cliente de maneira eficaz, ele não será adquirido; Baixa receita: com a falta de demanda de clientes, não há lucro e pode afetar a vida financeira da empresa; Escala mais difícil: a startup pode ficar estagnada e prejudicada sem um produto ou serviço definido. Como identificar o Product-Market Fit Agora que você entendeu a importância do PMF, é hora de entender como identificar se o processo está funcionando ou não. Não se trata de uma fórmula pronta, mas de acompanhamento e ajustes constantes. Desta forma, a startup pode se atentar aos seguintes pontos para identificar o sucesso do product-market fit: Alta demanda orgânica: os clientes usam o aplicativo e recomendam, sem a necessidade do tráfego pago. Nesse caso, o “boca a boca” faz toda a diferença; Alta retenção: se os clientes estão dispostos a pagar, a fidelizar com o produto e há uma baixa taxa de cancelamento ou desinstalação, significa que o crescimento é constante ; Feedbacks positivos e construtivos: os comentários e avaliações dos clientes são de extrema importância, pois são a bússola do funcionamento do produto, devendo ser sempre levados em consideração; Quanto mais dados tiver, fica mais fácil para o empreendedor atingir o PMF e ganhar espaço no mercado. Principais métricas do Product-Market Fit Nos exemplos acima, apresentamos as métricas qualitativas. Agora é o momento de entender as métricas quantitativas que compõem o PMF. Taxa de Retenção Aqui é medida a porcentagem de usuários que continuam usando o produto ao longo do tempo. A fórmula é: (Base inicial – Novos clientes) / Base inicial Se a taxa é alta, significa que os clientes enxergam valor na solução e vão voltar e recomendar. Engajamento do Usuário Este é um indicador de satisfação e fidelidade dos consumidores. O cálculo pode ser feito tanto diariamente quanto mensalmente, vai de acordo com a necessidade da startup. Os seguintes dados são apurados: Tempo de uso: quanto tempo em média os usuários passam no produto; Frequência de uso: quantas vezes os usuários acessam o produto; Uso de utilidade das funcionalidades-chave: quantos usuários acessam as principais funcionalidades do produto. Se há um retorno alto nestes aspectos, o produto está no caminho certo. Custo de Aquisição de Cliente (CAC) vs. Valor do Tempo de Vida do Cliente (LTV) CAC é o custo para adquirir um novo cliente. LTV é a receita total que um cliente gera para a empresa ao longo do tempo. As fórmulas são: CAC = Custos Totais de Aquisição / Número de Novos Clientes LTV = Receita média por cliente x tempo médio de retenção O ideal para o PMF, é que o LTV seja significativamente maior que o CAC, por justamente agregar a retenção de clientes e obter novos de maneira orgânica. Exemplos de empresa com Product-Market Fit O product-market fit é um processo constante da empresa. Mesmo que o produto tenha atingido o máximo de satisfação, o ideal é que aprimore ou explore novas vertentes para continuar oferecendo serviços aos clientes. Algumas das empresas que adequaram os produtos e fidelizam clientes ao longo da trajetória de mercado: Uber: resolveu a dor de ter transporte rápido, conveniente e, muitas vezes, mais acessível do que outras opções; iFood: atendeu à necessidade de pedir comida de forma prática, sem ter que ligar para restaurantes ou sair de casa; Nubank: identificou a insatisfação das pessoas com os bancos tradicionais em relação à burocracia, taxas e ofereceu uma solução digital com um atendimento ao cliente de alta qualidade. O Pateo76 te ajuda a aprimorar seu produto O product-market fit é um passo essencial para que startups cresçam, e o Pateo76 se dispõe a conhecer e a direcionar produtos em potencial para uma escalada estável. Por meio de pitch days, workshops e eventos externos, o Pateo76 democratiza e alimenta o ecossistema de startups, fortalecendo o networking entre outras startups, hubs e com a própria Associação Comercial de São Paulo (ACSP) . Traga sua ideia inovadora para o Pateo76 e faça parte da comunidade que conecta startups a negócios estratégicos aqui.
- Pateo76, CONIN e ACSP são apoiadores do Summit Agenda SP+Verde
Evento traz autoridades políticas e especialistas para discutir pautas presentes na COP30 sobre meio ambiente e sustentabilidade A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de SP anunciou o evento Summit Agenda SP+Verde , realizado pelo Governo de São Paulo e pela Universidade de São Paulo (USP), que vai aquecer assuntos sobre sustentabilidade e economia verde para a COP30 , que acontecerá em Belém (PA). Parque Villa-Lobos será palco do Summit Agenda SP+Verde (fonte: parquevillalobos.net ) O evento irá reunir autoridades nacionais e internacionais, além de entidades e empresas que visam colaborar com um futuro sustentável e de alto impacto social . Serão abordados temas como: investimentos verdes; justiça climática; resiliência urbana; transição energética; economia circular. Além de palestras, o evento de sustentabilidade contará com diversas atrações como 20 workshops de gastronomia sustentável e circularidade, apresentações artísticas do coro da OSESP e Baccarelli, coral indígena, shows de Zizi Possi, Grupo Street Dance e Baile do Simonal. O palco do Summit Agenda SP+Verde será o Parque Villa-Lobos , que nos 1980 já foi um depósito e hoje é um dos parques mais frequentados da cidade, e acontece entre os dias 4 e 5 de novembro. Entrada franca. Inscrições podem ser feitas aqui. Pateo76, CONIN e ACSP são parceiros do evento de sustentabilidade em São Paulo Comprometidos com a economia e o futuro verde, entidades que representam e defendem os interesses empresariais da cidade de São Paulo são, como Associação Comercial de São Paulo (ACSP) , CONIN (Conselho de Inovação) e o Pateo76 , são uns dos principais parceiros do Summit Agenda SP+Verde. O Pateo76 acredita que inovação e sustentabilidade andam lado a lado, fomentando o ecossistema de startups brasileiras para um futuro mais verde e democrático a partir de programas de incentivo, workshops e parcerias estratégicas. Fique por dentro do Summit Agenda SP+Verde: Data: 4 e 5 de novembro de 2025 Horário : Das 9h às 21h Onde: Parque Villa-Lobos (entrada principal), São Paulo — SP Entrada gratuita Programação completa , retirada de ingressos e inscrições para visitas guiadas em: www.agendaspmaisverde.org.br Inscrições serão feitas pelo Sympla.
- Pateo76 e Faculdade do Comércio preparam programa empreendedor para graduandos
A parceria foi anunciada pelo diretor da Faculdade do Comércio, Wilson Victorio Rodrigues, e pelo coordenador do Pateo76, Tito Hollanda Barroso. Formar empreendedores prontos para inovar é o foco da nova parceria entre o hub Pateo76 e a Faculdade do Comércio (FAC) . Ambas as instituições são ligadas à Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Os cinco primeiros projetos colocados poderão concorrer a prêmios em dinheiro, bolsas de pós-graduação e mentorias do Pateo76. Os alunos terão a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos em estratégia de mercado até a produção de um MVP (Produto Mínimo Viável) para validação. A FAC fará a seleção inicial dos projetos e encaminhará ao Pateo76, que vai disponibilizar materiais preparatórios para a apresentação do pitch para a banca formada por especialistas do hub, da FAC, ACSP e outros parceiros. Os cinco primeiros colocados receberão: Prêmios em dinheiro; Bolsas de pós-graduação da FAC; Workshops especializados; Mentorias; Networking através do Pateo76; Apoio integral do hub. Os prêmios serão individualizados para os membros do projeto vencedor. A iniciativa busca transformar ideias acadêmicas em soluções reais de mercado , fortalecendo a ponte entre educação e inovação Atualmente, a FAC tem polos de ensino à distância, além de São Paulo, nos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Rio Grande do Sul, Piauí, Rondônia, Santa Catarina, Goiás e Pará. O cenário é propício para conhecer soluções inovadoras. “A meta é estimular o empreendedorismo e a inovação entre os alunos de todos os cursos”, afirmou Tito Hollanda Barroso, coordenador do Pateo76 e diretor do CONIN (Conselho de Inovação). Ainda segundo a FAC, os workshops noturnos servirão de complemento às práticas regulares da grade curricular e abordarão temas relevantes no meio das startups: como branding, comunicação e marketing, planejamento estratégico com 5W2H, viabilidade financeira. Conheça mais a FAC aqui: https://facsp.com.br/
- Lucrefy conquista 1º lugar na segunda fase do Speed, programa de aceleração do Sebrae for Startups
A Lucrefy entrou no Pateo76 em 2023 e participou do processo de impulsionamento do programa Ac boost. Em fevereiro deste ano, o Sebrae lançou o programa Speed , no qual milhares de startups se inscreveram para aprimorar os modelos de negócios. Maykow Lenzi e Raquel Cardoso na premiação do Speed (arquivo pessoal). A Lucrefy foi uma das startups indicadas pelo Pateo76 para participar do Speed, uma iniciativa do Sebra-SP. Em setembro, foi a segunda fase, momento em que as participantes inscritas na trilha empreendedora passam a refinar processos e conseguir maior destaque no mercado. Resultado: a Lucrefy conquistou a primeira posição dentro do Speed. , programa de aceleração de startups do Sebrae for Startups — uma iniciativa do Sebrae-SP. A startup facilita a vida financeira dos pequenos e médios empreendedores com uma inteligência artificial instalada no WhatsApp. Com uma interface amigável de chat, o empreendedor pode controlar seus gastos e lucros com uma simples mensagem. A ferramenta também permite que o usuário receba planilhas atualizadas em tempo real. Desta forma, o empreendedor pode administrar o negócio pelo WhatsApp sem a necessidade de um escritório de contabilidade ou outro tipo de serviço externo. Maykow Lenzi, fundador e CEO da Lucrefy, comentou a sua reação depois do anúncio da conquista: "Conquistar o 1º lugar no programa Speed do Sebrae foi uma grande surpresa e, ao mesmo tempo, uma imensa alegria! Afinal, estávamos entre 50 startups altamente qualificadas, todas empenhadas em aprimorar seus números, indicadores e processos internos. Levamos o programa muito a sério: participamos de todas as sessões de mentoria, estabelecemos metas (muitas já alcançadas), revisamos nosso plano de negócios, atualizamos o pitch deck e implementamos a rotina de acompanhamento dos indicadores de vendas. Ser escolhidos como uma das startups de destaque foi uma honra e um reconhecimento que carregamos com profundo apreço. Esse resultado reforça o propósito e o compromisso que temos com o Pateo76, com o Sebrae for Startups e, principalmente, com nossos clientes e colaboradores." A Lucrefy participou do Ac boost, programa de impulsionamento do Pateo76 que fez uma seleção entre 60 outras startups, em 2023 e recebeu o selo de inovação da ACSP.











