top of page

29 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Conheça os principais modelos de negócios e qual se aplica à sua empresa

    O modelo de negócio é a estrutura principal de uma empresa, pois define como o cliente será impactado pela solução oferecida. Então, é correto afirmar que o modelo de negócios começa com a primeira ideia da possível solução para determinado problema, e se estende até o momento da captura do cliente. O modelo de negócio serve como norteador para que a empresa agregue, de fato, valor ao consumidor final. A ideia é que o modelo de negócio responda às seguintes perguntas: O que é oferecido?  (Produtos ou serviços). Quem são os clientes?  (Segmentos de mercado). Como a oferta chega ao cliente?  (Canais de distribuição). Como a empresa ganha dinheiro?  (Fontes de receita). Quais recursos e atividades são necessários?  (Processos, tecnologias, parcerias). Quais são os custos envolvidos?  (Estrutura de custos). Em 2010, Alex Osterwalder e Yves Pigneur lançaram o livro “Business Model Generation”, que apresentou o modelo de negócios Canvas que apresente nove pontos principais: Segmentos de clientes; Propostas de valor; Canais; Relacionamento com os clientes; Fluxo de receita; Recursos-chave; Atividades-chave; Parceiros; Estrutura de custo. Ao preencher o Canvas, fica mais fácil de entender o tipo de modelo de negócios que se adequa à sua empresa.  Importante lembrar que existem vários tipos de modelo de negócios, e que podem se ajustar conforme o crescimento ou readequação da empresa. Saber como estruturar seu modelo de negócios é crucial para o sucesso da sua empresa. Neste artigo, você aprenderá os tipos mais comuns, como eles funcionam e qual é o mais adequado para você. Tipos de Modelos de Negócios Conhecer alguns modelos de negócios ajuda o empreendedor a compreender melhor a solução que quer levar ao mercado e como impactar clientes de maneira que agregue valor - e não ser só mais uma no nicho. Tendo uma ideia de como a solução e o processo do produto ou serviço funcionam, se torna mais fácil entender qual estrutura empresarial é a mais adequada para aplicar.  É bom saber que é possível ter mais de um modelo de negócio dentro da organização, isso tudo depende da solução criada e dos públicos a serem atingidos. B2C - Business to Customer Conhecido como Business to Customer , ou “Empresa para o Consumidor” em português, é um dos modelos de negócios mais conhecidos no mercado e pela sociedade ao todo.  Se trata da venda direta de produtos ou serviços para o consumidor final, com auxílio de distribuidoras e lojas varejistas. O nicho mais comum com essa estrutura estratégica é o varejo. Exemplos: Pão de Açúcar, Ultrafarma, Americanas, Amazon, etc. B2B - Business to Business O Business to Business, ou “Empresas para Empresas”, tem as empresas como consumidor final.  Os famosos “serviços terceirizados” estão neste modelo, como os serviços de T.I, consultorias, indústrias no geral, etc. Exemplos: Salesforce, Braskem, Wellhub, Serasa, Sebrae, etc. D2C - Direct to Customer Já o Direct to Customer,  “Direto com o cliente”, é quando as empresas vendem diretamente ao cliente, sem intermediários, como lojas varejistas e distribuidoras.  Esse modelo ganhou mais força com o e-commerce sendo mais utilizado pelos consumidores. Exemplos: O Boticário, Cacau Show, Havaianas, etc. P2P - Peer to Peer A principal característica do Peer to Peer , ou “Pessoa para Pessoa” em português, é que não há intermediários entre as pessoas físicas quando trocam informações, produtos ou serviços.  No caso, pode haver uma plataforma facilitadora, como um marketplace, para que a interação ocorra. Mas ela não afeta diretamente na venda ou distribuição do produto, ou serviço. Exemplos: OLX, Airbnb, Quinto Andar, Uber, etc. Franquia Um dos tipos mais comuns de modelos de negócios no Brasil é a franquia. A franqueadora, conhecida como a empresa-mãe, detém os direitos da marca, dos produtos e serviços e da estrutura do negócio em geral. A distribuição de franquias acontece quando o empreendedor contrata essa estrutura estabelecida para revender seus produtos ou serviços na região. O franqueado deve seguir todas as diretrizes existentes da empresa-mãe.  Exemplos: Natura, Havanna, McDonald’s, Piticas, Oggi Sorvetes, etc. Marketplace A tradução mais próxima seria “mercado” e está bem próximo do conceito desse modelo de negócio.  A ideia é que haja um “shopping center virtual”, onde o cliente possa encontrar variedade de preços para o mesmo produto ou serviço, além de aumentar o alcance da marca aos consumidores. Para grandes players do mercado, a plataforma pode ser propícia para intermediar vendas. Já para o médio e pequeno varejo, se torna um canal de comunicação e facilitação que dispensa a necessidade de um e-commerce próprio.  Exemplos: Mercado Livre, Shopee, Magalu, AliExpress, etc. Assinatura Advindo dos jornais e das revistas, o modelo de negócios de assinatura tem ganhado mais espaço no cotidiano dos consumidores por conta dos serviços streaming .  É um modelo simples, que fideliza mais rápido com o acesso contínuo de produtos ou conteúdos por meio de pagamento recorrente, seja semanal, mensal ou anual. Exemplos: Netflix, Spotify, Alura, Microsoft 365, Petlove, etc. Plataforma Multilateral A conexão de diferentes tipos de usuários para facilitar a interação entre eles é o ponto principal deste modelo de negócio. Nesse caso, pode-se pensar em aplicativos que agendam exames ou consultas, já que conectam quem presta o serviço (profissionais da saúde) com os clientes (pacientes). Esse é apenas um pequeno exemplo das variáveis das plataformas multilaterais. Exemplos: Udemy, Instagram, Amazon, Airbnb, etc. Dropshipping É um modelo de negócio para e-commerce, o qual o lojista não mantém o estoque dos produtos que vende. Ao invés disso, ele compra diretamente com o fornecedor, que entrega diretamente ao cliente.  Sendo assim, o lojista pode oferecer uma variedade de produtos maior aos clientes sem se preocupar com estoque ou logística. Exemplos: Shopify, AliExpress, Blitsy, etc. SaaS - Software as a Service O Software como Serviço é quando uma empresa oferece o acesso a uma plataforma através da internet para o consumidor, seja empresa ou pessoa física. O método de receita é feito através da assinatura e o software costuma hospedado na nuvem. Exemplos: Slack, Google Workspace, HubSpot, Zoom, etc. Confira os principais modelos de negócios de grandes empresas brasileiras. Validação do Modelo de Negócios Com os diferentes tipos de modelo de negócios apresentados, é preciso pensar qual é a que mais se adequa à sua empresa.  Porém, é recomendável dar alguns passos para trás e faça uma pesquisa de mercado para entender se sua solução é viável e se há uma procura pela mesma.  Com isso consolidado, análise feedbacks e métricas que indiquem o comportamento do consumidor em relação ao seu produto ou serviço. Faça as melhorias necessárias e estabeleça uma comunicação eficiente externa e interna. Testes são essenciais para validar um modelo de negócios , como testes A/B, que permitem comparar diferentes abordagens, ou pilotos de mercado, que ajudam a avaliar a recepção do público antes de um lançamento maior. Analise como os clientes reagem a um preço pelo seu produto ou serviço. Se houver mais conversões, significa que o preço é o ideal. Outro ponto importante é a validação da proposta de valor oferecida pela empresa. Verifique se aquilo que torna sua solução única é, de fato, eficaz e agregue valor aos clientes potenciais mediante uma comunicação estratégica e atrativa. Todos esses pontos são essenciais para que a empresa seja destaque no mercado e conquiste ainda mais clientes.  No Pateo76 , mostramos como você pode inovar seu negócio, independente do porte e do modelo de negócio. Acesse nosso site para mais informações e acompanhe nossas redes sociais para dicas exclusivas sobre inovação empresarial.

  • Growth Hacking: o método que faz startups crescerem rápido com poucos recursos

    O crescimento rápido guiado a dados pode ser a resposta que sua empresa precisa para se destacar no mercado. A metodologia abraça estratégias de marketing e tem o intuito de fazer com a startup escale de maneira gradual e com baixo custo.  De primeiro momento, parece algo impossível ou até mesmo um milagre, mas não, o growth hacking  é um método testado e aprovado em grandes empresas e startups.  Neste artigo, você vai entender o conceito de growth hacking e receber dicas para fazer sua empresa crescer sem gastar muito recurso financeiro. Growth hacking é um método que envolve testes para impactos a longo prazo O que é growth hacking Em uma tradução livre para o português, o termo growth hacking, significa “hackers de crescimento” ou “atalhos de crescimento”. O termo ganhou popularidade graças a Sean Ellis , que é especialista de Growth em empresas, em 2010. Para desenvolver a teoria do Growth, ele analisou características que empresas de rápido crescimento tinham em comum. Ele listou o seguinte: Inovação no marketing: elas buscavam maneiras inovadoras para fortalecer a marca e divulgar o produto ou serviço; Time engajado no crescimento:  os profissionais tinham perfis variados e eram voltados para growth hacking; Otimizações baseadas em análises preditivas : informações e dados eram o verdadeiro norte para tomada de decisão. O growth começa de dentro para fora. Ou seja, quando a startup estrutura sua cultura para o crescimento, mais rápido os resultados aparecem.  Por que aplicar growth hacking na sua startup? O crescimento saudável é o cenário ideal para startups que querem conquistar clientes e o mercado. Desta forma, não é recomendado aplicar várias estratégias sem fundamento , propósito ou meta, porque gera desgaste, exaustão e prejuízo. O growth hacking é, na verdade, a junção de pequenas melhorias que impactam a longo prazo , por isso que testes constantes são indispensáveis para o crescimento da empresa. A cultura do growth hacking contribui para cenários inovadores e disruptivos para que as empresas desenvolvam soluções e aprimorem processos internos e externos. Práticas para o growth hacking no seu negócio Não existe mágica no growth, mas a persistência em testar e adaptar processos que podem alavancar a empresa. Para isso, como mencionamos anteriormente, exige testes e adequações. Para aplicar todo o conceito estrategicamente na startup, é possível dar os seguintes passos. Defina o problema Se reúna com seu time e analise qual métrica ou processo pode ser aprimorado, isso vai gerar um norte para os testes que serão feitos.  As seguintes perguntas podem ser feitas: Quais métricas precisam melhorar? (vendas, retenções, aquisições, etc.) O que pode estar impedindo o crescimento da startup? Exemplo: se o CAC for maior que o LTV, é preciso entender o que pode estar interferindo na retenção do cliente. Com o problema definido, é momento de estruturar hipóteses que podem solucioná-lo. No exemplo acima, a empresa pode cogitar pensar em ações de marketing para chamar a atenção de clientes e outras estratégias para retenção de clientes ao longo da jornada de compra. Exploração de ideias Com as hipóteses desenhadas, é momento de explorar ideias de torná-las possíveis. O que ajuda na criatividade é justamente a pesquisa dentro do setor, seja entre os concorrentes ou as necessidades do mercado. Uma reunião focada em brainstorming pode gerar ideias mais rapidamente. Se o time for diverso, com muitas áreas, mais afinadas serão as ideias. Não descarte ideias de primeira! Analise com calma e junte com outras possibilidades. Estabeleça metas Com as ideias prestes a sair do papel, é importante definir os KPIs (Indicador-Chave de Desempenho) e o objetivo de cada um. Exemplo: se você quer aumentar a quantidade de leads, talvez produzir e-book com landing page seja um caminho. Determinar o período claro para o experimento é essencial para entender se os resultados foram atingidos ou não. Exemplo: anunciar o e-book por 1 mês nos canais de e-mail e redes sociais e atingir 1.000 leads, um aumento de 20%. Se a meta for atingida ou superada, o experimento funcionou e pode ser replicado esporadicamente na startup. Caso contrário, é necessário se reunir novamente com o time e revisitar as ideias apresentadas anteriormente. IMPORTANTE: realize um teste por vez para ter uma visão macro do que funcionou ou não. Análise de resultados Após o período estabelecido, é momento de analisar os resultados do experimento. Colete os dados necessários e junte com o time para medir o desempenho. É preciso ser criterioso e analisar o que funcionou ou não , quais as ações foram favoráveis, o que precisa ser aprimorado e assim por diante.  Os resultados são essenciais para o crescimento rápido da empresa, uma vez que as ações bem-sucedidas podem abrir espaço para ações maiores, enquanto as que não atingiram o objetivo, precisam passar ajustes e receber maior atenção. É hora de parar? Não! Growth Hacking é um processo contínuo numa empresa que deseja crescer cada vez mais .  Com as atualizações tecnológicas e as mudanças bruscas de mercado, é importante que a startup esteja por dentro das novidades e consolide inovações em seus processos. Incentive o time a ser empenhar no crescimento da empresa, a pensar em maneiras de agilizar e otimizar a gestão, o processo de vendas, o pós-venda, etc. Empresas que aplicam growth hacking A cultura do crescimento de negócios impulsionou grandes empresas que hoje têm fatias relevantes de mercado. Mais do que um produto inovador, é a inovação constante e que atinge os objetivos esporadicamente. Conheça algumas empresas que aplicaram práticas de growth hacking. Airbnb A principal empresa de aluguel de imóveis para temporada começou a ganhar público ao usar a plataforma Craiglist, conhecida como site popular de classificados dos EUA, para divulgar anúncios de imóveis. O resultado? Em pouco tempo a base de usuários explodiu e expandiu a empresa . Esse caso é um dos mais conhecidos entre a comunidade de growth hacking. Dropbox Com tecnologia de armazenamento em nuvem, a Dropbox conquistou o mercado quando ofereceu armazenamento adicional gratuito para usuários que os indicasse para amigos. A ação impactou diretamente no crescimento da empresa e reduziu o custo de aquisição de clientes (CAC) significativamente. Hotmail (atual Outlook ) Quando ainda era Hotmail, a plataforma de e-mails investiu em uma maneira inusitada e simples de angariar usuários: adicionou uma assinatura ao final de cada e-mail enviado, que era “PS: I love you. Get your free email at Hotmail.” O resultado foi que ,  em seis meses, conquistaram 1 milhão de usuários em uma ação totalmente orgânica. Slack Esse case é a prova de que o feedback faz toda a diferença no crescimento de uma empresa.  O Slack oferecia o produto para pequenas equipes e analisou os feedbacks dos usuários, atualizando e ajustando o produto em tempo real. O resultado foi um crescimento orgânico por indicações entre as equipes. LinkedIn A rede socia l aplicou as técnicas de indexação de pesquisa e SEO em perfis dos usuários , o que aumentou o tráfego orgânico e tornou o nome das pessoas pesquisáveis. Com o impacto direto em contratações e divulgações de vagas, mais usuários entenderam o valor de criar e administrar perfis profissionais . O Pateo76 pode te ajudar a crescer e a ganhar espaço no mercado O hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)  acredita e aplica a importância do crescimento exponencial das startups, principalmente no Brasil.  Com o apoio do SEBRAE e de outras entidades de alto impacto no mercado , a sua startup pode participar gratuitamente de nossos eventos , pitch days e possibilidade de networking com outras empresas e parceiros estratégicos. Nossa cultura de growth hacking está nas conexões de valor e nas oportunidades que o ecossistema de startups tem a oferecer. Quer colocar o growth hacking em prática? Conheça nossos programas e eventos no Pateo76 e descubra como sua startup pode crescer exponencialmente.

  • Validação de mercado: como saber se sua startup tem potencial

    A validação de mercado de uma startup é um processo importante para que a solução tenha espaço entre os concorrentes e conquistar potenciais clientes. Ao desenvolver uma ideia inovadora, é muito importante saber se o mercado está aberto para recebê-la. Esse processo é conhecido como validação de mercado, ou validação da startup.  A validação requer que a empresa volte o olhar para os processos externos e internos, que faça testes de aplicabilidade, identificação de falhas, pesquisas recorrentes com clientes e com a própria equipe, além dos recursos financeiros. Neste artigo, você vai entender na prática como funciona a validação de mercado e entender se a sua startup está pronta para ser lançada no mercado. A validação de mercado permite o empreendedor a poupar dinheiro e atingir o público certo. A importância da validação de mercado Além de ser um importante norteador quanto a funcionalidade do produto/serviço da startup, a validação auxilia em questões internas e externas da empresa, como, por exemplo: Evita desperdícios de recursos financeiros, o que mantém o fluxo de caixa mais leve; Otimiza o tempo e os processos da empresa, que pode focar no que realmente importa; Motiva as equipes a seguirem adiante com o projeto. Conheça o mercado Não é preciso dizer que é essencial conhecer o mercado em que a startup está inserida, mas é sempre bom reforçar. Entenda qual é a necessidade do momento e como sua solução pode atendê-la e, é claro, se há demanda para tal.  Em seguida, conheça o público que está nesse mercado, seus comportamentos e hábitos. O ideal é que a empresa faça uma persona para deixar o projeto mais segmentado. É importante fazer benchmarking para identificar pontos fortes e fracos dos concorrentes e entender o que a startup oferece de diferente. Segmente o público-alvo É certo que a startup desenvolveu a persona durante o processo de modelo de negócios, mas o ideal é que seja ainda mais segmentado. Então, ao invés de: estudantes de 18 a 25 anos. Pense assim: estudantes de São Paulo do ensino superior de rede privada de 18 a 30 anos. Quanto mais segmentado for o público-alvo, maiores as chances da startup conquistar lugar no mercado e na preferência dos clientes. Além disso, auxilia as equipes a serem mais assertivas na oferta e prototipação do projeto. Escute o público-alvo Depois da segmentação, é importante saber se há um problema a ser resolvido. Entrar em contato com o público-alvo é o que vai trazer luz ao projeto, pois pode indicar se estão no caminho certo ou quais direções seguir. Envie formulários, faça enquetes nas redes sociais, e leve todas as respostas em consideração ao tomar decisões importantes do projeto.  Com os dados em mãos, é o momento de desenvolver o MVP do projeto, que discutiremos a seguir. Tenha recursos para sustentar o projeto A solução vai passar por testes e prototipações, o que exige tempo e dinheiro da startup. Por isso, é necessário buscar recursos financeiros para sustentar o projeto, seja por meio de teses de investimento ou outros meios.  Ter o apoio de uma equipe de contabilidade, principalmente na fase de testes do produto/serviço, pode otimizar ainda mais o tempo da empresa e ajudar a manter o fluxo de caixa. Construa o MVP - Minimum Viable Product (Mínimo Produto Viável) O Mínimo Produto Viável (MVP) é um protótipo do produto/serviço com uma formatação simples que passará por testes. A ideia é que os clientes dê feedbacks e a empresa mapeie os pontos a serem melhorados antes do lançamento final. Nesse processo é comum que se faça ajustes em partes como o design de experiência do usuário, legibilidade de textos ou aspectos físicos do próprio produto. Identifique oportunidades de melhorias e ajustes Ao analisar os feedbacks dos clientes, é ideal que a equipe faça os ajustes necessários para deixar o projeto mais atrativo e rentável. Persistir em pequenos erros pode custar a confiança do cliente, ou seja, é muito caro. Por isso, não hesite em testar e reajustar um processo sempre que necessário. Determine o momento certo para o lançamento Se o mercado estiver apto em aceitar sua solução, então podem existir potenciais compradores à espera do seu projeto. Porém, é preciso ressaltar que é possível que já tenha concorrentes dispostos a suprir a necessidade desses clientes, o que só impulsiona a startup a destacar seu diferencial através de um planejamento estratégico de comunicação. Com tudo alinhado e o mercado aquecido, a startup pode lançar a solução final e começar a lucrar. Depois da validação da startup O processo de validação é um ponto essencial para que a startup ganhe espaço no mercado, precisando ser meticuloso e revisto antes do lançamento final.  Agora que a validação passou, a startup pode encontrar três possíveis cenários: Validação aprovada Validação aprovada parcialmente Validação recusada Entenda um pouco mais sobre esses cenários e o que fazer a seguir. Validação de startup aprovada Parabéns! Significa que sua startup está apta para o mercado e o produto/serviço se aplicam ao público-alvo. Agora, o ideal é reunir mais recursos financeiros para o capital de giro para fazer com que o lançamento aconteça e comece a faturar. Validação de startup aprovada parcialmente É um bom sinal, por mais que não pareça. Mostra que ajustes são necessários para refinar ainda mais o projeto.  Como o processo de validação já aconteceu, fica mais fácil encontrar o que precisa ser ajustado. É a oportunidade de maturidade da startup, pois ela pode juntar todos os feedbacks, estudar os erros e tentar mais uma vez de forma mais estratégica e certeira. Não tenha receio em ter que revisar coisas fundamentais do projeto, como o comportamento do público-alvo, a estrutura do produto/serviço, etc. Validação de startup reprovada Significa que a startup precisa reavaliar o projeto e fazer todo o processo do zero.  Essa situação é mais comum do que parece e pode acontecer por diversos motivos, como falta de demanda, concorrência forte ou inviabilidade financeira. Mas não quer dizer que a startup precise abandonar tudo! A startup pode optar pela pivotagem — processo no qual a empresa muda seu modelo de negócio, público-alvo, mercado ou estratégia para algo mais viável e rentável. Impulsione sua startup com a cultura tradicionalmente inovadora do Pateo76 O hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo leva as startups a um novo patamar do mercado através de programas, workshops, pitch days e conexões estratégicas entre ideias inovadoras e com quem entende de negócios. Faça parte da nossa comunidade de inovação e fique por dentro das novidades do mundo dos negócios e da tecnologia.

  • Product-Market Fit: o que é, como encontrar e como manter sua startup no caminho certo

    Entenda como a validação do produto e serviço impactam diretamente no desempenho e nos lucros da sua startup. Para a startup ganhar espaço no mercado, ela precisa ter validação do produto e do serviço, que faz o cliente comprar e fidelizar. E para isso acontecer, o fundador e a equipe devem submeter o produto a diversos testes, pesquisas e validações práticas para entender o impacto real no nicho e com os consumidores. Esse conceito é chamado de Product-Market Fit (PMF) , ou “ajuste de produto-mercado” em português, que se concentra em entender como o produto ofertado se relaciona com o mercado e o retorno lucrativo. Para atingir o PMF, o produto deve ter alta demanda e satisfazer a necessidade do consumidor.  Entenda como o PMF ajuda a direcionar a startup para o caminho certo e o que fazer para atingir os parâmetros do conceito. O Product-Market Fit ajuda a startup entender se seu produto ou serviço se adequam ao mercado. O que é Product-Market Fit? Muitas startups começam com ideias inovadoras, mas não conseguem fôlego para desenvolver, aprimorar e lançar um produto. O PMF ganhou notoriedade entre os empreendedores justamente por este ponto. É o conceito que se concentra no desenvolvimento de produtos e serviços  nas startups. Em outras palavras, mostra se o produto é ou não adequado para o mercado. Andy Rachleff , co-fundador da Benchmark Capital, é associado ao conceito por dar origem à adequação do produto ao mercado. Porém, foi Marc Andreessen  que popularizou o PMF e o identificou como o primeiro grande obstáculo de uma startup ter um crescimento sólido. Por que o Product-Market Fit é importante para a startup? O principal objetivo do product-market fit é que a startup evite e corrija falhas para que o crescimento seja escalável e sólido. Sendo assim, alcançar o PMF é indispensável para que a startup se destaque no mercado e alcance os clientes ideais.  Com a falta do PMF, a startup pode encontrar alguns empecilhos na trajetória, como, por exemplo: Dificuldade em atrair clientes: se o produto não atende as necessidades do cliente de maneira eficaz, ele não será adquirido; Baixa receita: com a falta de demanda de clientes, não há lucro e pode afetar a vida financeira da empresa; Escala mais difícil: a startup pode ficar estagnada e prejudicada sem um produto ou serviço definido. Como identificar o Product-Market Fit Agora que você entendeu a importância do PMF, é hora de entender como identificar se o processo está funcionando ou não.  Não se trata de uma fórmula pronta, mas de acompanhamento e ajustes constantes. Desta forma, a startup pode se atentar aos seguintes pontos para identificar o sucesso do product-market fit: Alta demanda orgânica: os clientes usam o aplicativo e recomendam, sem a necessidade do tráfego pago. Nesse caso, o “boca a boca” faz toda a diferença; Alta retenção: se os clientes estão dispostos a pagar, a fidelizar com o produto e há uma baixa taxa de cancelamento ou desinstalação, significa que o crescimento é constante ; Feedbacks positivos e construtivos: os comentários e avaliações dos clientes são de extrema importância, pois são a bússola do funcionamento do produto, devendo ser sempre levados em consideração; Quanto mais dados tiver, fica mais fácil para o empreendedor atingir o PMF e ganhar espaço no mercado. Principais métricas do Product-Market Fit Nos exemplos acima, apresentamos as métricas qualitativas. Agora é o momento de entender as métricas quantitativas que compõem o PMF. Taxa de Retenção Aqui é medida a porcentagem de usuários que continuam usando o produto ao longo do tempo.  A fórmula é: (Base inicial – Novos clientes) / Base inicial Se a taxa é alta, significa que os clientes enxergam valor na solução e vão voltar e recomendar. Engajamento do Usuário Este é um indicador de satisfação e fidelidade dos consumidores. O cálculo pode ser feito tanto diariamente quanto mensalmente, vai de acordo com a necessidade da startup. Os seguintes dados são apurados: Tempo de uso:  quanto tempo em média os usuários passam no produto; Frequência de uso:  quantas vezes os usuários acessam o produto; Uso de utilidade das funcionalidades-chave:  quantos usuários acessam as principais funcionalidades do produto. Se há um retorno alto nestes aspectos, o produto está no caminho certo. Custo de Aquisição de Cliente (CAC) vs. Valor do Tempo de Vida do Cliente (LTV) CAC é o custo para adquirir um novo cliente. LTV é a receita total que um cliente gera para a empresa ao longo do tempo. As fórmulas são: CAC = Custos Totais de Aquisição / Número de Novos Clientes LTV = Receita média por cliente x tempo médio de retenção O ideal para o PMF, é que o LTV seja significativamente maior que o CAC, por justamente agregar a retenção de clientes e obter novos de maneira orgânica. Exemplos de empresa com Product-Market Fit O product-market fit é um processo constante da empresa. Mesmo que o produto tenha atingido o máximo de satisfação, o ideal é que aprimore ou explore novas vertentes para continuar oferecendo serviços aos clientes. Algumas das empresas que adequaram os produtos e fidelizam clientes ao longo da trajetória de mercado: Uber:  resolveu a dor de ter transporte rápido, conveniente e, muitas vezes, mais acessível do que outras opções; iFood:  atendeu à necessidade de pedir comida de forma prática, sem ter que ligar para restaurantes ou sair de casa; Nubank:  identificou a insatisfação das pessoas com os bancos tradicionais em relação à burocracia, taxas e ofereceu uma solução digital com um atendimento ao cliente de alta qualidade. O Pateo76 te ajuda a aprimorar seu produto   O product-market fit é um passo essencial para que startups cresçam, e o Pateo76 se dispõe a conhecer e a direcionar produtos em potencial para uma escalada estável. Por meio de pitch days, workshops e eventos externos, o Pateo76  democratiza e alimenta o ecossistema de startups, fortalecendo o networking entre outras startups, hubs e com a própria Associação Comercial de São Paulo (ACSP) . Traga sua ideia inovadora para o Pateo76 e faça parte da comunidade que conecta startups a negócios estratégicos aqui.

  • Pateo76, CONIN e ACSP são apoiadores do Summit Agenda SP+Verde

    Evento traz autoridades políticas e especialistas para discutir pautas presentes na COP30 sobre meio ambiente e sustentabilidade A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de SP anunciou o evento Summit Agenda SP+Verde , realizado pelo Governo de São Paulo e pela Universidade de São Paulo (USP), que vai aquecer assuntos sobre sustentabilidade e economia verde para a COP30 , que acontecerá em Belém (PA). Parque Villa-Lobos será palco do Summit Agenda SP+Verde (fonte: parquevillalobos.net ) O evento irá reunir autoridades nacionais e internacionais, além de entidades e empresas que visam colaborar com um futuro sustentável e de alto impacto social .  Serão abordados temas como: investimentos verdes; justiça climática; resiliência urbana; transição energética; economia circular. Além de palestras, o evento de sustentabilidade contará com diversas atrações como 20 workshops de gastronomia sustentável e circularidade, apresentações artísticas do coro da OSESP e Baccarelli, coral indígena, shows de Zizi Possi, Grupo Street Dance e Baile do Simonal. O palco do Summit Agenda SP+Verde será o Parque Villa-Lobos , que nos 1980 já foi um depósito e hoje é um dos parques mais frequentados da cidade, e acontece entre os dias 4 e 5 de novembro. Entrada franca. Inscrições podem ser feitas aqui. Pateo76, CONIN e ACSP são parceiros do evento de sustentabilidade em São Paulo Comprometidos com a economia e o futuro verde, entidades que representam e defendem os interesses empresariais da cidade de São Paulo são, como Associação Comercial de São Paulo (ACSP) , CONIN (Conselho de Inovação) e o Pateo76 , são uns dos principais parceiros do Summit Agenda SP+Verde. O Pateo76 acredita que inovação e sustentabilidade andam lado a lado, fomentando o ecossistema de startups brasileiras para um futuro mais verde e democrático a partir de programas de incentivo, workshops e parcerias estratégicas. Fique por dentro do Summit Agenda SP+Verde: Data:  4 e 5 de novembro de 2025  Horário : Das 9h às 21h  Onde:  Parque Villa-Lobos (entrada principal), São Paulo — SP  Entrada gratuita  Programação completa , retirada de ingressos e inscrições para visitas guiadas em: www.agendaspmaisverde.org.br Inscrições serão feitas pelo   Sympla.

  • Pateo76 e Faculdade do Comércio preparam programa empreendedor para graduandos

    A parceria foi anunciada pelo diretor da Faculdade do Comércio, Wilson Victorio Rodrigues, e pelo coordenador do Pateo76, Tito Hollanda Barroso. Formar empreendedores prontos para inovar é o foco da nova parceria entre o hub Pateo76 e a Faculdade do Comércio (FAC) . Ambas as instituições são ligadas à Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Os cinco primeiros projetos colocados poderão concorrer a prêmios em dinheiro, bolsas de pós-graduação e mentorias do Pateo76. Os alunos terão a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos em estratégia de mercado até a produção de um MVP (Produto Mínimo Viável) para validação. A FAC fará a seleção inicial dos projetos e encaminhará ao Pateo76, que vai disponibilizar materiais preparatórios para a apresentação do pitch  para a banca formada por especialistas do hub, da FAC, ACSP e outros parceiros. Os cinco primeiros colocados receberão: Prêmios em dinheiro; Bolsas de pós-graduação da FAC; Workshops especializados; Mentorias; Networking através do Pateo76; Apoio integral do hub. Os prêmios serão individualizados para os membros do projeto vencedor. A iniciativa busca transformar ideias acadêmicas em soluções reais de mercado , fortalecendo a ponte entre educação e inovação Atualmente, a FAC tem polos de ensino à distância, além de São Paulo, nos estados do Rio de Janeiro, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Rio Grande do Sul, Piauí, Rondônia, Santa Catarina, Goiás e Pará. O cenário é propício para conhecer soluções inovadoras. “A meta é estimular o empreendedorismo e a inovação entre os alunos de todos os cursos”, afirmou Tito Hollanda Barroso, coordenador do Pateo76 e diretor do CONIN (Conselho de Inovação). Ainda segundo a FAC,  os workshops noturnos servirão de complemento às práticas regulares  da grade curricular e abordarão temas relevantes no meio das startups: como branding, comunicação e marketing, planejamento estratégico com 5W2H, viabilidade financeira. Conheça mais a FAC aqui: https://facsp.com.br/

  • Lucrefy conquista 1º lugar na segunda fase do Speed, programa de aceleração do Sebrae for Startups

    A Lucrefy entrou no Pateo76 em 2023 e participou do processo de impulsionamento do programa Ac boost. Em fevereiro deste ano, o Sebrae lançou o programa Speed , no qual milhares de startups se inscreveram para aprimorar os modelos de negócios. Maykow Lenzi e Raquel Cardoso na premiação do Speed (arquivo pessoal).   A Lucrefy foi uma das startups indicadas pelo Pateo76 para participar do Speed, uma iniciativa do Sebra-SP. Em setembro, foi a segunda fase, momento em que as participantes inscritas na trilha empreendedora passam a refinar processos e conseguir maior destaque no mercado.   Resultado: a Lucrefy conquistou a primeira posição dentro do Speed. , programa de aceleração de startups do Sebrae for Startups — uma iniciativa do Sebrae-SP.   A startup facilita a vida financeira dos pequenos e médios empreendedores com uma inteligência artificial instalada no WhatsApp.   Com uma interface amigável de chat, o empreendedor pode controlar seus gastos e lucros com uma simples mensagem. A ferramenta também permite que o usuário receba planilhas atualizadas em tempo real.   Desta forma, o empreendedor pode administrar o negócio pelo WhatsApp sem a necessidade de um escritório de contabilidade ou outro tipo de serviço externo.   Maykow Lenzi, fundador e CEO da Lucrefy, comentou a sua reação depois do anúncio da conquista:   "Conquistar o 1º lugar no programa Speed do Sebrae foi uma grande surpresa e, ao mesmo tempo, uma imensa alegria! Afinal, estávamos entre 50 startups altamente qualificadas, todas empenhadas em aprimorar seus números, indicadores e processos internos. Levamos o programa muito a sério: participamos de todas as sessões de mentoria, estabelecemos metas (muitas já alcançadas), revisamos nosso plano de negócios, atualizamos o pitch deck e implementamos a rotina de acompanhamento dos indicadores de vendas. Ser escolhidos como uma das startups de destaque foi uma honra e um reconhecimento que carregamos com profundo apreço. Esse resultado reforça o propósito e o compromisso que temos com o Pateo76, com o Sebrae for Startups e, principalmente, com nossos clientes e colaboradores."   A Lucrefy participou do Ac boost, programa de impulsionamento do Pateo76 que fez uma seleção entre 60 outras startups, em 2023 e recebeu o selo de inovação da ACSP.

  • Seminário Futuro Inteligente reúne especialistas para debater avanços da IA no Brasil

    Realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) com apoio do Conselho de Inovação (CONIN) e pelo Pateo76, o seminário contou com mais de 300 espectadores presenciais e online. No palco do seminário Futuro Inteligente: IA no Brasil, Alfredo Coitat (esquerda), Tito Hollanda Barroso (centro) e Roberto Mateus Ordine, presidente da ACSP (direita). A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) , por meio do CONIN – Conselho de Inovação, promoveu nesta terça-feria (30/09) o seminário Futuro Inteligente – IA no Brasil . O encontro reuniu empresários, investidores e especialistas de diferentes áreas para discutir os impactos e as oportunidades que a Inteligência Artificial traz para o desenvolvimento econômico, social e empresarial do país. Nos painéis mediados por Tito Hollanda Barroso , Coordenador do CONIN e do Pateo76, ficou claro que Inteligência Artificial (IA) já não é mais uma promessa de futuro, mas uma realidade capaz de transformar profundamente a sociedade. Mais do que substituir tarefas, a IA deve ser compreendida como uma ferramenta para potencializar a inteligência humana, ampliando a capacidade de análise, conexão de dados e automação de processos em escala inédita. Investidores em tecnologia mostraram que vem crescendo o número de empresas no setor de IA no país que apresentam soluções especializadas para os mais diversos segmentos, com ênfase na saúde, educação, agronegócio, biotecnologia. As áreas financeiras e jurídicas também estão sendo bastante impactadas pela atualização de seus processos através da tecnologia de IA. O evento teve mais de 300 espectadores presenciais e online, o maior público de evento gratuito do Pateo76, hub de inovação da ACSP. Cenário global e desafios brasileiros Enquanto países como Estados Unidos, Europa e Singapura avançam rapidamente em regulamentação e aplicação da inteligência artificial, o Brasil ainda enfrenta desafios relacionados à compreensão da tecnologia e à sua adoção em larga escala. No entanto, os especialistas presentes no seminário foram unânimes: a IA deve ser encarada como uma nova revolução industrial, com potencial de gerar ganhos de produtividade, inovação empresarial e inclusão social — desde que acompanhada de políticas públicas adequadas, segurança de dados e formação de profissionais preparados para esse novo contexto. Um futuro inteligente e inclusivo O seminário Futuro Inteligente – IA no Brasil reforçou a importância de unir esforços entre iniciativa privada, poder público e sociedade civil para garantir que os benefícios da IA sejam amplamente distribuídos. O consenso é de que a inteligência artificial não deve ser vista como ameaça, mas como motor de transformação e inovação para um Brasil mais competitivo e inclusivo.   Participantes dos painéis: Camila Farani – investidora –anjo e cofundadora da G2 Capital Degas Filgueiras – cofundados e investidor da Bewater Ana Clara Rodrigues – CTO da Genial Investimentos Marcelo Tripoli – sócio da Zmes  e especialista em inovação Adriana Rollo – sócia da BZCP Advogados André Beck – CFP e COO da  WideLabs Marco Perlman – cofundador e CEO da Aravita FONTE: My News Acompanhe o seminário na íntegra:

  • Bootstrapping: conheça o método mais econômico (e arriscado) para escalar a startup

    Escalar startups com recursos dos próprios fundadores é um dos métodos mais econômicos, mas que apresenta certos desafios. Bootstrapping  vem do termo, em inglês, "puxar a si pelos cadarços das botas" (pull oneself up by one's bootstraps), que ressalta a metáfora de autossuficiência financeira no meio empresarial. Entre as startups, é comum que muitos fundadores invistam do próprio bolso para desenvolver o produto, solução ou até a própria gestão do negócio, pelo menos até conquistarem investidores-anjo. No entanto, também não é raro encontrar startups que, depois da tração, alcancem o break even (ponto de equilíbrio financeiro) e adotem o bootstrapping , assumindo os lucros e riscos financeiros. Neste artigo, você vai compreender o conceito de bootstrapping e quais empresas começaram ou chegaram a este ponto. No modelo bootstrapping , o fundador assume os riscos, financiamentos e lucros da empresa. O que é bootstrapping ? É o conceito em que uma empresa cresce com capital próprio , sem intermediários, como investidores-anjo, venture capital ou aceleradoras.  No caso de bootstrapping , o negócio se desenvolve com os próprios lucros, investimento dos fundadores ou até mesmo com empréstimos bancários.  Esse cenário é comum quando a startup está no estágio inicial e precisa passar pelo processo de tração , validar o modelo de negócios e angariar os primeiros investidores externos.  Sendo assim, trata-se de autossuficiência financeira desde o início. Numa empresa bootstrapping , os fundadores assumem o risco de arcar com as dívidas, administrar os lucros e focar somente em gerar receita e honrar as contas. Vantagens do bootstrapping O bootstrapping é um dos métodos mais econômicos de escalar uma startup, que agrega vantagens para os fundadores que buscam maior independência financeira.  Podemos pontuar as seguintes vantagens:  Controle total: os fundadores tomam todas as decisões dentro da startup, sem precisar justificar aos investidores, além de não haver diluição nos lucros; Foco na lucratividade: o lucro se torna o principal objetivo da empresa, o que pode gerar uma pressão para fechar as contas com saldo positivo; Disciplina: os fundadores se tornam mais conscientes aos gastos e evitam despesas desnecessárias; Validação do mercado : se a empresa se sustenta somente com o lucro, prova que há um mercado real e há pessoas buscam pela solução. Desafios do bootstrapping Mesmo que os fundadores tenham consciência das vantagens e dos riscos do bootstrapping , existem outros pontos que precisam de atenção. Crescimento mais lento:  o lucro fica totalmente focado nas contas, então o crescimento fica limitado; Recursos limitados: fica mais complicado em competir com empresas que contam com investimentos pesados em marketing, contratação de talentos e pesquisas de desenvolvimento; Salários competitivos:  fica difícil atrair talentos se os salários não são compatíveis ao mercado, ou que não possam ser sustentados a longo prazo; Pressão financeira pessoal: os fundadores podem acabar investindo as economias pessoais para manter o negócio funcionando, o que pode gerar estresse; Escala limitada: dependendo do modelo de negócios ou o do produto, os investimentos iniciais devem ser mais altos, o que dificulta o processo de bootstrapping. Empresas que começaram com o bootstrapping A maioria das grandes empresas famosas começaram pequenas e passaram pelo processo de tirar dinheiro do próprio bolso para crescer e terem o legado de hoje. Alguns exemplos interessantes para você conhecer: Microsoft: começou com Bill Gates e Paul Allen reinventando os próprios ganhos e operando de forma enxuta; Dell: Michael Dell montava os computadores no dormitório da faculdade e usava os lucros das vendas para aprimorar a empresa; Mailchimp: a maior plataforma de e-mail marketing cresceu com o bootstrapping por muitos anos, investindo em construir um produto de qualidade e crescer organicamente através da receita dos clientes. Startups brasileiras que começaram com o bootstrapping As startups brasileiras também apresentam cases de sucessos sobre a evolução de bootstrapping para investimentos externos.  Conheça algumas delas: MaxMilhas: a plataforma de vendas e compras de milhas aéreas, começou em passos pequenos, investindo os próprios ganhos no desenvolvimento da plataforma;  RD Station: teve um início marcado pelo bootstrapping para validar o modelo de negócios antes de receber investimentos externos; UAUBox: startup brasileira de boxes de beleza por assinatura que começou na garagem de casa e cresceu gradualmente por conta do bootstrapping. O Pateo76 promove o ambiente ideal para sua empresa crescer Com ou sem bootstrapping , o Pateo76, hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) , as startups vão encontrar oportunidades de crescimento com a tradição inovadora de quem impulsiona negócios há mais de 100 anos. Desde pitch days a eventos com parceiros, o Pateo76 quer fomentar e democratizar a escala de startups para o mercado brasileiro, que tem sede por inovação. Independentemente da estratégia de financiamento, toda startup precisa de um ecossistema de apoio. Faça parte da comunidade do Pateo76 e fique por dentro de todas as oportunidades para a sua startup. Acesse aqui.

  • ACSP promove seminário sobre Inteligência Artificial no Brasil

    A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), por meio do Conselho de Inovação (CONIN) e do hub de inovação Pateo76, realiza no próximo dia 30 de setembro , em sua sede no centro da capital paulista, o seminário “Futuro Inteligente – IA no Brasil” . O encontro, das 9h às 12h, discutirá os impactos e as perspectivas da Inteligência Artificial no desenvolvimento econômico e social do país. Já estão confirmados nomes de destaque, como a Ana Clara Rodrigues , CTO da Genial Investimentos; Aguinaldo Ribeiro , deputado e relator da Comissão de Inteligência Artificial na Câmara Federal; Adriana Rollo , sócia do BZCP Advogados; André Beck , CEO e CFO da Wide Labs Amazônia IA; Camila Farani , investidora-anjo e Co-fundadora da G2 Capita; Degas Filgueiras , cofundador da Bewater; Marco Perlman, Co-fundador e CEO da Aravita; e Marcelo Tripoli, colunista da CNN Segundo o presidente da ACSP, Roberto Ordine a iniciativa fortalece a missão da entidade em apoiar empreendedores e estimular a inovação. “O seminário abre espaço para que empresários, investidores, acadêmicos e gestores públicos discutam juntos como a Inteligência Artificial pode contribuir para uma economia mais dinâmica e uma sociedade mais justa” . Na visão de Tito Hollanda Barroso , coordenador do CONIN e do Pateo76, a proposta é aproximar inovação e negócios. “A Inteligência Artificial é hoje um divisor de águas para a competitividade do Brasil. O ‘Futuro Inteligente’ nasce justamente com esse propósito: reunir vozes que possam construir caminhos para que a tecnologia esteja a serviço da sociedade e do desenvolvimento sustentável” . O evento sobre IA no Brasil é gratuito. Informações sobre o seminário: Data: 30/09 Horário: a partir das 09h Local: Rua Boa Vista, 51 - Centro Histórico, São Paulo-SP. Entrada gratuita. Inscreva-se aqui: https://cutt.ly/QrZdlJtf

  • Pitch: como apresentar seu negócio com impacto

    Esse tipo de apresentação abre portas para que startups apresentem sua solução para clientes, investidores e parceiros em potencial. Pitch é uma apresentação curta e direta de um negócio para uma banca ou investidores.  O termo vem do inglês, que em tradução livre para o português, significa “arremessar”. E em um pitch, a startup faz isso: arremessa sua ideia inovadora para que potenciais investidores possam avaliar a maturidade da solução perante ao mercado. Neste artigo, vamos entender mais sobre os tipos de pitches e como montar uma apresentação de grande impacto. O pitch deve ser objetivo e atender as expectativas e interesses da banca. O que é um pitch? Pitch é uma apresentação breve e direta com intenção de “vender” uma ideia, projeto, produto ou serviço . Ele tem o objetivo de convencer rapidamente a audiência e a banca — geralmente um investidor, cliente, recrutador ou parceiro — de que vale a pena investir e acreditar no que você está propondo. As startups fazem apresentações pitches, normalmente, em programas de aceleração ou em oportunidades de captarem investidores. Mas também podem ser feitos em eventos nichados ou até mesmo em universidades. Qual o tempo de duração do pitch? Depende da proposta do evento. Existem pitches curtíssimos, onde é feito com uma única frase ou mais extensos, que chegam a durar vinte minutos.  O mais comum, no entanto, é que o pitch dure entre três a cinco minutos. Entenda o que apresentar em cada duração diferente: Pitch de 1 minuto:  Mais breve e objetivo; Pontos-chave: problema, solução, público e diferencial da startup.  Pitch de 3 a 5 minutos: Pontos-chave + dados relevantes do mercado; Crescimento da empresa desde a fundação; Tamanho atual do mercado; Membros da equipe que operam na startup. Pitch de 7 a 10 minutos: Tudo das outras opções; Apoio de apresentação visual (não precisa necessariamente de texto) Pitch de até 20 minutos: Manter a atenção da audiência é prioridade; Estruture a apresentação com começo, meio e fim; Cada evento vai estabelecer o tempo de duração do pitch, basta a startup se informar para ter melhor preparo e não ser pega de surpresa. Tipos de pitch Se tem diferentes tipos de duração, há diferentes tipos de pitches que vale a pena conferir e se preparar para uma eventual apresentação. Elevator Pitch (pitch de elevador) É uma apresentação entre 30 segundos a 1 minuto, semelhante à duração de uma conversa de elevador. Pitch de Vendas Tem foco em vender o produto ou serviço para o cliente final. O ideal é focar nos benefícios e como sua solução agrega valor na experiência do consumidor. Pitch One-Sentence (frase única) Consiste em apresentar um pitch da startup com uma única frase. É necessário ser objetivo e estratégico, por isso pense com praticidade e impacto. Pitch Pessoal Aqui o foco é o apresentador. Ele pode focar nas experiências acadêmicas, profissionais ou passatempos. A ideia é que ele se apresente de maneira impactante, assim como um TEDx. Pitch de Captação O objetivo principal é apresentar a startup para investidores, investidor anjo e até mesmo parceiros. É o pitch que pode criar e alcançar novas oportunidades de negócios para a startup escalar. O que é avaliado no pitch Assim como o tipo de pitch, a organização decide o que será avaliado e o objetivo final: investir, trazer startups para um portfólio, direcionar para hubs ou programas específicos. Ainda assim, existem certos pontos que são avaliados e os empreendedores devem estar preparados. Problema e dor do cliente Toda startup é criada para suprir as necessidades de um nicho. A banca ficará atenta aos seguintes questionamentos: A dor que você planeja resolver é real e existente no mercado?  Quantas pessoas podem se beneficiar com sua solução?  Qual é o tamanho do mercado? Qual é o impacto a longo prazo? Qualidade da solução O problema foi apresentado, agora é o momento da banca conhecer a solução proposta pela startup, e será avaliado o seguinte: Originalidade da solução:  a ideia é inovadora o bastante para chamar a atenção? Viabilidade : é de fácil implementação? O custo para produção ou manutenção é alto, ou baixo? Principais benefícios ao consumidor final:  qual é o impacto real da solução na experiência do cliente? Otimiza tempo, custo? Diferenciais:  quais características da solução podem se destacar no mercado? O que os outros concorrentes não fazem e a startup faz? Modelo de negócios A solução se mostrou viável e pode fazer um diferencial no mercado, mas como a startup pretende manter a própria saúde financeira? O que a banca vai avaliar durante o pitch: Fonte de receita: a remuneração será via assinatura, venda única, taxa de comissão? Custos fixos e variáveis: quanto a startup vai investir em cada venda? Quais os preços fixos com fornecedores? Validação no mercado Qualquer negócio, principalmente modelo startup, precisa da validação do mercado para ganhar espaço entre as concorrentes. Carteira de clientes : se o negócio já estiver operando, quantos clientes estão ativos? Qual é o CAC (Custo de Aquisição de Cliente? E o LTV (Lifetime Value)? Feedbacks: quais são as opiniões de clientes e parceiros? Retornos de pilotos, etc. Escalabilidade É muito importante apresentar as metas e as estratégias a longo prazo no pitch, isso mostra a maturidade do negócio e do empreendedor. Próximos passos: novas funcionalidades? Expansão geográfica? Novas parcerias? Estratégias de marketing e de vendas a médio e longo prazo; Potencial de escalar: a solução pode alcançar larga escala sem prejudicar o fluxo de caixa? Uso dos recursos:  se busca investimento, precisa detalhar para que usará o dinheiro (equipe, marketing, tecnologia, infraestrutura, etc.) e qual o retorno esperado. Storytelling A narrativa é tão importante quanto a solução inovadora em si. Se a audiência não se conectar com o storytelling do pitch, o desinteresse é quase garantido. Por isso, é importante prestar atenção nos seguintes aspectos: Narrativa envolvente: conte a história da ideia da inovação, ou do problema a ser resolvido, de maneira que cative os ouvintes desde o início; Credibilidade: traga fatos e dados ao contar a história; Paixão: demostre que acredita no projeto e no impacto que pode trazer. Linguagem não-verbal Sua postura, tom de voz e capacidade de conectar as ideias também são avaliados na banca durante o pitch. Postura: relaxe, mas não muito. Tente mostrar confiança com a coluna ereta e o peito aberto; Contato visual: não desvie o olhar para o chão ou teto, mantenha na plateia ou no avaliador também; Gestos com as mãos: evite cruzar os braços, os use para algo mais dinâmico durante o pitch, mas sem exageros; Expressão facial: um leve sorriso e expressões naturais geram empatia; Tom de voz: varie a entonação conforme a apresentação de maneira suave, sem parecer monótono ou ensaiado; Quem forma a banca do pitch? Depende de muitos fatores, desde o objetivo da organização e da startup. Podem ser compostos por investidores, especialistas em negócios ou de nichos específicos. Se a startup se apresentar numa universidade, a banca poderá ser feita por professores, reitores e convidados. A lógica se aplica aos demais tipos de eventos com pitch. Como fazer um pitch Antes de montar a apresentação, é preciso ter atenção em dois pontos: o objetivo e a audiência. O objetivo é a captação de recursos? Então adeque o pitch para que os investidores entenda quanto de dinheiro precisa e para quê será usado. A audiência são potenciais clientes ou entusiastas de startups? A narrativa deve ser adapta para que a solução seja apresentada de maneira que todos entendam. Com esses pontos esclarecidos, é o momento de estruturar a apresentação do pitch da sua startup. Problema : qual dor ou necessidade você identificou? Solução : o que você criou para resolver esse problema? Diferencial : por que sua ideia é melhor que as outras? Mercado : para quem é? Qual o tamanho da oportunidade? Modelo de negócio : como vai ganhar dinheiro? Time : quem está por trás do projeto? Chamada para ação : o que você quer da pessoa (investimento, parceria, feedback)? De fato, apresentar um pitch é um divisor de águas na vida da startup, pois pode trazer oportunidades de negócios e escalabilidade.  Por isso, treine bastante com a equipe ou com pessoas de confiança. Peça feedbacks sinceros e veja se o pitch está adequado e o que pode ser ajustado.  Apresentar um pitch é mais do que falar sobre números e soluções: é criar uma conexão com a audiência e despertar interesse real pela sua proposta. Participe da comunidade de startups do Pateo76 , o hub de inovação da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), que conecta o futuro com a tradição de mais de 130 anos de comércio. Acesse aqui.

  • Networking: entenda como conexões estratégicas potencializam startups

    A prática de desenvolver conexões estratégicas pode impulsionar negócios. Desde possíveis parceiros aos investidores, o networking pode ser a chave para levar startups a níveis mais altos no mercado. A palavra networking é uma junção de palavras inglesas: “net” significa rede e working é trabalho . Em uma tradução livre para o português seria algo como “rede trabalho” ou “rede profissional”.  Networking é o processo de construir relações profissionais que podem transformar seu negócio. Seja para encontrar investidores, parceiros ou até clientes, o networking é a chave para startups que buscam crescer rapidamente no mercado Neste artigo, você vai entender como e os motivos para fazer networking eficaz alinhado aos propósitos do seu negócio. O networking é uma prática contínua que pode gerar oportunidades de negócios, investimentos e crescimento escalável da startup. Por que fazer networking? Ampliar a rede de contatos profissionais é de extrema importância para negócios de todos os portes, pois permite que a empresa ganhe espaços maiores no mercado e de relevância ao consumidor final.  Claro que para isso é preciso ter definido algumas coisas como: O nicho de mercado   — é o recorte específico do mercado que sua solução vai atuar. Verifique qual é a situação atual deste nicho de mercado e se é viável para produzir soluções; Público-alvo — agora é preciso saber com quem a sua empresa vai se comunicar e como irá suprir as necessidades deste público. Importante é que o público precisa ser os mais segmentado possível (por exemplo: empresários homens de 30-50 anos, da cidade de Curitiba); Validação do produto/serviço — testar a experiência do cliente com sua solução e coletar feedbacks para aprimorá-la. Se for positivo, pode seguir em frente, caso contrário, é preciso rever o que pode ser ajustado. Estas etapas são essenciais para que o negócio possa ganhar espaço no mercado . O ideal é que a rede de networking também se expanda ao mesmo ritmo que o negócio.  Agora veja os motivos de fazer networking e como podem impulsionar sua empresa. 1. Acesso a oportunidades de negócio Ampliar o networking tem as oportunidades de negócio como principal vantagem. Ao desenvolver uma rede de contatos com empresas, investidores e potenciais parceiros, a empresa pode aprimorar processos, produtos e serviços , além de alavancar posições no mercado. O networking permite que a empresa faça conexões estratégicas , o que por consequência gera maior impacto e autoridade do negócio.  Por exemplo: ao fazer colaboração com uma empresa de tecnologia, há chances de aplicar melhorias em processos, ao mesmo tempo que se pode oferecer algo vantajoso. 2. Atração de investidores Sem dúvidas uma rede de networking qualificada chama a atenção dos investidores!  O investidor entende que se a startup ou empresa tem ótimos contatos, sua credibilidade é maior, o que fornece segurança aos investimentos. É possível encontrar investidores interessados em programas de tese de investimento ou de aceleração de startups. 3. Acesso a mentorias e conhecimento Quanto maior for o contato com empreendedores experientes, os insights se tornam mais valiosos para a startup , que podem ser aplicados no dia a dia ou, até mesmo, melhorar questões na gestão que não haviam sido reparadas antes. 4. Maior visibilidade e credibilidade Lembra que relacionamos a credibilidade ao investimento? Pois ela será constante na vida da organização. Seja para os investidores, parceiros e clientes, a credibilidade será norteadora da reputação da empresa. Participar de fóruns, workshops e eventos do nicho deixam a startup em evidência, o que gera visibilidade. Importante aproveitar estes eventos para expandir o networking. 5. Expansão de mercado É esperado que nisso tudo, a startup comece a escalar no mercado. Com o networking bem estruturado, é possível explorar novos mercados e até mesmo expandir internacionalmente. O networking acaba sendo portas e janelas de oportunidades, desde que feita de maneira estratégica. Quando fazer networking? É comum se perguntar qual é o momento ideal para fazer networking, a verdade é que quanto mais cedo melhor. Vamos entender quando começar a desenvolver uma rede de conexões profissionais. Desde o início da Startup A ideação é o momento em que a startup desenha os processos da solução, seja um serviço ou produto. E também é a ocasião ideal para conhecer mentores e possíveis cofundadores.  Realize o benchmarking, navegue pelo LinkedIn e entenda o mercado que está inserido. Durante eventos do setor É recomendável que sua startup participe de eventos, hubs de inovação, hackathons , conferências, programas voltados para startups , porque assim a possibilidade de se conectar com pessoas e empresas entusiastas com a solução é maior. No dia a dia É preciso ir além dos eventos externos. Ao fechar com clientes, não fique preso somente na venda, o instigue a conhecer sua solução mais afundo. O mesmo raciocínio pode ser feito na universidade, em contato com fornecedores e nas redes sociais, principalmente o LinkedIn. Na expansão da startup Se a intenção é alcançar novos públicos ou mercados, é recomendável que o networking se expanda também. Com os objetivos traçados, fica mais fácil segmentar os contatos profissionais.  Nas redes sociais ou no site oficial da startup, mostre os resultados, os cases de sucesso e deixe claro os objetivos de expansão, isso tudo fortalece a reputação e abrange as oportunidades de networking. Como fazer networking de forma estratégica? Certo, já foi estabelecido os momentos ideais para fazer conexões, mas como fazer as conexões profissionais e como saber se elas são eficientes e estratégicas? Existem alguns pontos norteadores para saber, são eles: 1. Defina seus objetivos Já diz o ditado: quem fala com todo mundo, não fala com ninguém Tenha em mente quem você quer atingir de primeiro momento: investidores? Clientes? Parceiros? É importante saber disso porque o discurso deve ser adequado para se aproximar desses diferentes públicos. Você não vai falar com os investidores da mesma forma que fala com clientes, certo? 2. Tenha um Pitch pronto Pitch é uma apresentação curta direta sobre uma empresa ou projeto com a intenção de despertar o interesse de clientes, investidores ou parceiros. Quanto mais refinado e objetivo for um pitch, maior a possibilidade de conexão com personalidades e empresas relevantes para alavancar sua startup. Faça roteiros, grave vídeos, mostre para familiares e amigos, faça testes e só pare quando o pitch estiver pronto para apresentar. 3. Participe de eventos e comunidades Já mencionamos os eventos, mas também é válido mencionar as comunidades , seja no LinkedIn ou outras redes sociais, aceleradoras, fóruns de empreendedores, etc.  Todos esses espaços são propícios para expandir a rede de contatos profissionais. 4. Ouça mais e fale menos Networking não é só sobre vender sua ideia, mas também sobre entender o que os outros precisam e como você pode agregar valor. Ouvir o que o outro tem a dizer faz parte da comunicação e pode ser um recurso valioso para manter contato. Por exemplo, ao participar de uma conferência, ao invés de focar apenas em promover sua solução, escute atentamente os desafios que outras empresas estão enfrentando. Você pode identificar uma oportunidade de parceria ou até uma melhoria em seu próprio produto, baseando-se no feedback real do mercado. 5. Mantenha o contato Agora vem a parte mais importante do networking: manter o contato. Sim, a conexão também é importante, mas ao manter o contato você se mostra à disposição de novos negócios e possibilidades para alavancar sua startup. Então, após conhecer alguém, envie uma mensagem de follow-up, conecte-se nas redes sociais e busque manter um relacionamento contínuo. 6. Ofereça ajuda antes de pedir algo Como mostramos, o networking funciona melhor quando é uma via de mão dupla. Sendo assim, se você puder ajudar alguém primeiro, há mais chances dessa pessoa querer retribuir no futuro. Além disso, o contato pode recomendar os serviços ou produtos a outras pessoas, sendo uma expansão “orgânica” do seu networking. O Pateo76 é o hub de inovação que conecta negócios impactantes a oportunidades relevantes Um networking valioso é aquele feito com estratégia. O Pateo76 é a oportunidade perfeita para que sua startup aprimore o networking e o modelo de negócios com mentores especializados e workshops com temas atuais do mercado. O networking não é uma estratégia pontual, mas uma prática contínua que, quando feita corretamente, pode transformar sua startup. Não perca tempo – comece a construir suas conexões agora mesmo e observe o impacto no seu negócio! Acompanhe o Pateo76 e faça parte da rede que impulsiona negócios com inovação contínua e com a tradição de mais de um século da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) .

bottom of page