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  • Seminário Futuro Inteligente reúne especialistas para debater avanços da IA no Brasil

    Realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) com apoio do Conselho de Inovação (CONIN) e pelo Pateo76, o seminário contou com mais de 300 espectadores presenciais e online. No palco do seminário Futuro Inteligente: IA no Brasil, Alfredo Coitat (esquerda), Tito Hollanda Barroso (centro) e Roberto Mateus Ordine, presidente da ACSP (direita). A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) , por meio do CONIN – Conselho de Inovação, promoveu nesta terça-feria (30/09) o seminário Futuro Inteligente – IA no Brasil . O encontro reuniu empresários, investidores e especialistas de diferentes áreas para discutir os impactos e as oportunidades que a Inteligência Artificial traz para o desenvolvimento econômico, social e empresarial do país. Nos painéis mediados por Tito Hollanda Barroso , Coordenador do CONIN e do Pateo76, ficou claro que Inteligência Artificial (IA) já não é mais uma promessa de futuro, mas uma realidade capaz de transformar profundamente a sociedade. Mais do que substituir tarefas, a IA deve ser compreendida como uma ferramenta para potencializar a inteligência humana, ampliando a capacidade de análise, conexão de dados e automação de processos em escala inédita. Investidores em tecnologia mostraram que vem crescendo o número de empresas no setor de IA no país que apresentam soluções especializadas para os mais diversos segmentos, com ênfase na saúde, educação, agronegócio, biotecnologia. As áreas financeiras e jurídicas também estão sendo bastante impactadas pela atualização de seus processos através da tecnologia de IA. O evento teve mais de 300 espectadores presenciais e online, o maior público de evento gratuito do Pateo76, hub de inovação da ACSP. Cenário global e desafios brasileiros Enquanto países como Estados Unidos, Europa e Singapura avançam rapidamente em regulamentação e aplicação da inteligência artificial, o Brasil ainda enfrenta desafios relacionados à compreensão da tecnologia e à sua adoção em larga escala. No entanto, os especialistas presentes no seminário foram unânimes: a IA deve ser encarada como uma nova revolução industrial, com potencial de gerar ganhos de produtividade, inovação empresarial e inclusão social — desde que acompanhada de políticas públicas adequadas, segurança de dados e formação de profissionais preparados para esse novo contexto. Um futuro inteligente e inclusivo O seminário Futuro Inteligente – IA no Brasil reforçou a importância de unir esforços entre iniciativa privada, poder público e sociedade civil para garantir que os benefícios da IA sejam amplamente distribuídos. O consenso é de que a inteligência artificial não deve ser vista como ameaça, mas como motor de transformação e inovação para um Brasil mais competitivo e inclusivo.   Participantes dos painéis: Camila Farani – investidora –anjo e cofundadora da G2 Capital Degas Filgueiras – cofundados e investidor da Bewater Ana Clara Rodrigues – CTO da Genial Investimentos Marcelo Tripoli – sócio da Zmes  e especialista em inovação Adriana Rollo – sócia da BZCP Advogados André Beck – CFP e COO da  WideLabs Marco Perlman – cofundador e CEO da Aravita FONTE: My News Acompanhe o seminário na íntegra:

  • Bootstrapping: conheça o método mais econômico (e arriscado) para escalar a startup

    Escalar startups com recursos dos próprios fundadores é um dos métodos mais econômicos, mas que apresenta certos desafios. Bootstrapping  vem do termo, em inglês, "puxar a si pelos cadarços das botas" (pull oneself up by one's bootstraps), que ressalta a metáfora de autossuficiência financeira no meio empresarial. Entre as startups, é comum que muitos fundadores invistam do próprio bolso para desenvolver o produto, solução ou até a própria gestão do negócio, pelo menos até conquistarem investidores-anjo. No entanto, também não é raro encontrar startups que, depois da tração, alcancem o break even (ponto de equilíbrio financeiro) e adotem o bootstrapping , assumindo os lucros e riscos financeiros. Neste artigo, você vai compreender o conceito de bootstrapping e quais empresas começaram ou chegaram a este ponto. No modelo bootstrapping , o fundador assume os riscos, financiamentos e lucros da empresa. O que é bootstrapping ? É o conceito em que uma empresa cresce com capital próprio , sem intermediários, como investidores-anjo, venture capital ou aceleradoras.  No caso de bootstrapping , o negócio se desenvolve com os próprios lucros, investimento dos fundadores ou até mesmo com empréstimos bancários.  Esse cenário é comum quando a startup está no estágio inicial e precisa passar pelo processo de tração , validar o modelo de negócios e angariar os primeiros investidores externos.  Sendo assim, trata-se de autossuficiência financeira desde o início. Numa empresa bootstrapping , os fundadores assumem o risco de arcar com as dívidas, administrar os lucros e focar somente em gerar receita e honrar as contas. Vantagens do bootstrapping O bootstrapping é um dos métodos mais econômicos de escalar uma startup, que agrega vantagens para os fundadores que buscam maior independência financeira.  Podemos pontuar as seguintes vantagens:  Controle total: os fundadores tomam todas as decisões dentro da startup, sem precisar justificar aos investidores, além de não haver diluição nos lucros; Foco na lucratividade: o lucro se torna o principal objetivo da empresa, o que pode gerar uma pressão para fechar as contas com saldo positivo; Disciplina: os fundadores se tornam mais conscientes aos gastos e evitam despesas desnecessárias; Validação do mercado : se a empresa se sustenta somente com o lucro, prova que há um mercado real e há pessoas buscam pela solução. Desafios do bootstrapping Mesmo que os fundadores tenham consciência das vantagens e dos riscos do bootstrapping , existem outros pontos que precisam de atenção. Crescimento mais lento:  o lucro fica totalmente focado nas contas, então o crescimento fica limitado; Recursos limitados: fica mais complicado em competir com empresas que contam com investimentos pesados em marketing, contratação de talentos e pesquisas de desenvolvimento; Salários competitivos:  fica difícil atrair talentos se os salários não são compatíveis ao mercado, ou que não possam ser sustentados a longo prazo; Pressão financeira pessoal: os fundadores podem acabar investindo as economias pessoais para manter o negócio funcionando, o que pode gerar estresse; Escala limitada: dependendo do modelo de negócios ou o do produto, os investimentos iniciais devem ser mais altos, o que dificulta o processo de bootstrapping. Empresas que começaram com o bootstrapping A maioria das grandes empresas famosas começaram pequenas e passaram pelo processo de tirar dinheiro do próprio bolso para crescer e terem o legado de hoje. Alguns exemplos interessantes para você conhecer: Microsoft: começou com Bill Gates e Paul Allen reinventando os próprios ganhos e operando de forma enxuta; Dell: Michael Dell montava os computadores no dormitório da faculdade e usava os lucros das vendas para aprimorar a empresa; Mailchimp: a maior plataforma de e-mail marketing cresceu com o bootstrapping por muitos anos, investindo em construir um produto de qualidade e crescer organicamente através da receita dos clientes. Startups brasileiras que começaram com o bootstrapping As startups brasileiras também apresentam cases de sucessos sobre a evolução de bootstrapping para investimentos externos.  Conheça algumas delas: MaxMilhas: a plataforma de vendas e compras de milhas aéreas, começou em passos pequenos, investindo os próprios ganhos no desenvolvimento da plataforma;  RD Station: teve um início marcado pelo bootstrapping para validar o modelo de negócios antes de receber investimentos externos; UAUBox: startup brasileira de boxes de beleza por assinatura que começou na garagem de casa e cresceu gradualmente por conta do bootstrapping. O Pateo76 promove o ambiente ideal para sua empresa crescer Com ou sem bootstrapping , o Pateo76, hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) , as startups vão encontrar oportunidades de crescimento com a tradição inovadora de quem impulsiona negócios há mais de 100 anos. Desde pitch days a eventos com parceiros, o Pateo76 quer fomentar e democratizar a escala de startups para o mercado brasileiro, que tem sede por inovação. Independentemente da estratégia de financiamento, toda startup precisa de um ecossistema de apoio. Faça parte da comunidade do Pateo76 e fique por dentro de todas as oportunidades para a sua startup. Acesse aqui.

  • ACSP promove seminário sobre Inteligência Artificial no Brasil

    A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), por meio do Conselho de Inovação (CONIN) e do hub de inovação Pateo76, realiza no próximo dia 30 de setembro , em sua sede no centro da capital paulista, o seminário “Futuro Inteligente – IA no Brasil” . O encontro, das 9h às 12h, discutirá os impactos e as perspectivas da Inteligência Artificial no desenvolvimento econômico e social do país. Já estão confirmados nomes de destaque, como a Ana Clara Rodrigues , CTO da Genial Investimentos; Aguinaldo Ribeiro , deputado e relator da Comissão de Inteligência Artificial na Câmara Federal; Adriana Rollo , sócia do BZCP Advogados; André Beck , CEO e CFO da Wide Labs Amazônia IA; Camila Farani , investidora-anjo e Co-fundadora da G2 Capita; Degas Filgueiras , cofundador da Bewater; Marco Perlman, Co-fundador e CEO da Aravita; e Marcelo Tripoli, colunista da CNN Segundo o presidente da ACSP, Roberto Ordine a iniciativa fortalece a missão da entidade em apoiar empreendedores e estimular a inovação. “O seminário abre espaço para que empresários, investidores, acadêmicos e gestores públicos discutam juntos como a Inteligência Artificial pode contribuir para uma economia mais dinâmica e uma sociedade mais justa” . Na visão de Tito Hollanda Barroso , coordenador do CONIN e do Pateo76, a proposta é aproximar inovação e negócios. “A Inteligência Artificial é hoje um divisor de águas para a competitividade do Brasil. O ‘Futuro Inteligente’ nasce justamente com esse propósito: reunir vozes que possam construir caminhos para que a tecnologia esteja a serviço da sociedade e do desenvolvimento sustentável” . O evento sobre IA no Brasil é gratuito. Informações sobre o seminário: Data: 30/09 Horário: a partir das 09h Local: Rua Boa Vista, 51 - Centro Histórico, São Paulo-SP. Entrada gratuita. Inscreva-se aqui: https://cutt.ly/QrZdlJtf

  • Pitch: como apresentar seu negócio com impacto

    Esse tipo de apresentação abre portas para que startups apresentem sua solução para clientes, investidores e parceiros em potencial. Pitch é uma apresentação curta e direta de um negócio para uma banca ou investidores.  O termo vem do inglês, que em tradução livre para o português, significa “arremessar”. E em um pitch, a startup faz isso: arremessa sua ideia inovadora para que potenciais investidores possam avaliar a maturidade da solução perante ao mercado. Neste artigo, vamos entender mais sobre os tipos de pitches e como montar uma apresentação de grande impacto. O pitch deve ser objetivo e atender as expectativas e interesses da banca. O que é um pitch? Pitch é uma apresentação breve e direta com intenção de “vender” uma ideia, projeto, produto ou serviço . Ele tem o objetivo de convencer rapidamente a audiência e a banca — geralmente um investidor, cliente, recrutador ou parceiro — de que vale a pena investir e acreditar no que você está propondo. As startups fazem apresentações pitches, normalmente, em programas de aceleração ou em oportunidades de captarem investidores. Mas também podem ser feitos em eventos nichados ou até mesmo em universidades. Qual o tempo de duração do pitch? Depende da proposta do evento. Existem pitches curtíssimos, onde é feito com uma única frase ou mais extensos, que chegam a durar vinte minutos.  O mais comum, no entanto, é que o pitch dure entre três a cinco minutos. Entenda o que apresentar em cada duração diferente: Pitch de 1 minuto:  Mais breve e objetivo; Pontos-chave: problema, solução, público e diferencial da startup.  Pitch de 3 a 5 minutos: Pontos-chave + dados relevantes do mercado; Crescimento da empresa desde a fundação; Tamanho atual do mercado; Membros da equipe que operam na startup. Pitch de 7 a 10 minutos: Tudo das outras opções; Apoio de apresentação visual (não precisa necessariamente de texto) Pitch de até 20 minutos: Manter a atenção da audiência é prioridade; Estruture a apresentação com começo, meio e fim; Cada evento vai estabelecer o tempo de duração do pitch, basta a startup se informar para ter melhor preparo e não ser pega de surpresa. Tipos de pitch Se tem diferentes tipos de duração, há diferentes tipos de pitches que vale a pena conferir e se preparar para uma eventual apresentação. Elevator Pitch (pitch de elevador) É uma apresentação entre 30 segundos a 1 minuto, semelhante à duração de uma conversa de elevador. Pitch de Vendas Tem foco em vender o produto ou serviço para o cliente final. O ideal é focar nos benefícios e como sua solução agrega valor na experiência do consumidor. Pitch One-Sentence (frase única) Consiste em apresentar um pitch da startup com uma única frase. É necessário ser objetivo e estratégico, por isso pense com praticidade e impacto. Pitch Pessoal Aqui o foco é o apresentador. Ele pode focar nas experiências acadêmicas, profissionais ou passatempos. A ideia é que ele se apresente de maneira impactante, assim como um TEDx. Pitch de Captação O objetivo principal é apresentar a startup para investidores, investidor anjo e até mesmo parceiros. É o pitch que pode criar e alcançar novas oportunidades de negócios para a startup escalar. O que é avaliado no pitch Assim como o tipo de pitch, a organização decide o que será avaliado e o objetivo final: investir, trazer startups para um portfólio, direcionar para hubs ou programas específicos. Ainda assim, existem certos pontos que são avaliados e os empreendedores devem estar preparados. Problema e dor do cliente Toda startup é criada para suprir as necessidades de um nicho. A banca ficará atenta aos seguintes questionamentos: A dor que você planeja resolver é real e existente no mercado?  Quantas pessoas podem se beneficiar com sua solução?  Qual é o tamanho do mercado? Qual é o impacto a longo prazo? Qualidade da solução O problema foi apresentado, agora é o momento da banca conhecer a solução proposta pela startup, e será avaliado o seguinte: Originalidade da solução:  a ideia é inovadora o bastante para chamar a atenção? Viabilidade : é de fácil implementação? O custo para produção ou manutenção é alto, ou baixo? Principais benefícios ao consumidor final:  qual é o impacto real da solução na experiência do cliente? Otimiza tempo, custo? Diferenciais:  quais características da solução podem se destacar no mercado? O que os outros concorrentes não fazem e a startup faz? Modelo de negócios A solução se mostrou viável e pode fazer um diferencial no mercado, mas como a startup pretende manter a própria saúde financeira? O que a banca vai avaliar durante o pitch: Fonte de receita: a remuneração será via assinatura, venda única, taxa de comissão? Custos fixos e variáveis: quanto a startup vai investir em cada venda? Quais os preços fixos com fornecedores? Validação no mercado Qualquer negócio, principalmente modelo startup, precisa da validação do mercado para ganhar espaço entre as concorrentes. Carteira de clientes : se o negócio já estiver operando, quantos clientes estão ativos? Qual é o CAC (Custo de Aquisição de Cliente? E o LTV (Lifetime Value)? Feedbacks: quais são as opiniões de clientes e parceiros? Retornos de pilotos, etc. Escalabilidade É muito importante apresentar as metas e as estratégias a longo prazo no pitch, isso mostra a maturidade do negócio e do empreendedor. Próximos passos: novas funcionalidades? Expansão geográfica? Novas parcerias? Estratégias de marketing e de vendas a médio e longo prazo; Potencial de escalar: a solução pode alcançar larga escala sem prejudicar o fluxo de caixa? Uso dos recursos:  se busca investimento, precisa detalhar para que usará o dinheiro (equipe, marketing, tecnologia, infraestrutura, etc.) e qual o retorno esperado. Storytelling A narrativa é tão importante quanto a solução inovadora em si. Se a audiência não se conectar com o storytelling do pitch, o desinteresse é quase garantido. Por isso, é importante prestar atenção nos seguintes aspectos: Narrativa envolvente: conte a história da ideia da inovação, ou do problema a ser resolvido, de maneira que cative os ouvintes desde o início; Credibilidade: traga fatos e dados ao contar a história; Paixão: demostre que acredita no projeto e no impacto que pode trazer. Linguagem não-verbal Sua postura, tom de voz e capacidade de conectar as ideias também são avaliados na banca durante o pitch. Postura: relaxe, mas não muito. Tente mostrar confiança com a coluna ereta e o peito aberto; Contato visual: não desvie o olhar para o chão ou teto, mantenha na plateia ou no avaliador também; Gestos com as mãos: evite cruzar os braços, os use para algo mais dinâmico durante o pitch, mas sem exageros; Expressão facial: um leve sorriso e expressões naturais geram empatia; Tom de voz: varie a entonação conforme a apresentação de maneira suave, sem parecer monótono ou ensaiado; Quem forma a banca do pitch? Depende de muitos fatores, desde o objetivo da organização e da startup. Podem ser compostos por investidores, especialistas em negócios ou de nichos específicos. Se a startup se apresentar numa universidade, a banca poderá ser feita por professores, reitores e convidados. A lógica se aplica aos demais tipos de eventos com pitch. Como fazer um pitch Antes de montar a apresentação, é preciso ter atenção em dois pontos: o objetivo e a audiência. O objetivo é a captação de recursos? Então adeque o pitch para que os investidores entenda quanto de dinheiro precisa e para quê será usado. A audiência são potenciais clientes ou entusiastas de startups? A narrativa deve ser adapta para que a solução seja apresentada de maneira que todos entendam. Com esses pontos esclarecidos, é o momento de estruturar a apresentação do pitch da sua startup. Problema : qual dor ou necessidade você identificou? Solução : o que você criou para resolver esse problema? Diferencial : por que sua ideia é melhor que as outras? Mercado : para quem é? Qual o tamanho da oportunidade? Modelo de negócio : como vai ganhar dinheiro? Time : quem está por trás do projeto? Chamada para ação : o que você quer da pessoa (investimento, parceria, feedback)? De fato, apresentar um pitch é um divisor de águas na vida da startup, pois pode trazer oportunidades de negócios e escalabilidade.  Por isso, treine bastante com a equipe ou com pessoas de confiança. Peça feedbacks sinceros e veja se o pitch está adequado e o que pode ser ajustado.  Apresentar um pitch é mais do que falar sobre números e soluções: é criar uma conexão com a audiência e despertar interesse real pela sua proposta. Participe da comunidade de startups do Pateo76 , o hub de inovação da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), que conecta o futuro com a tradição de mais de 130 anos de comércio. Acesse aqui.

  • Networking: entenda como conexões estratégicas potencializam startups

    A prática de desenvolver conexões estratégicas pode impulsionar negócios. Desde possíveis parceiros aos investidores, o networking pode ser a chave para levar startups a níveis mais altos no mercado. A palavra networking é uma junção de palavras inglesas: “net” significa rede e working é trabalho . Em uma tradução livre para o português seria algo como “rede trabalho” ou “rede profissional”.  Networking é o processo de construir relações profissionais que podem transformar seu negócio. Seja para encontrar investidores, parceiros ou até clientes, o networking é a chave para startups que buscam crescer rapidamente no mercado Neste artigo, você vai entender como e os motivos para fazer networking eficaz alinhado aos propósitos do seu negócio. O networking é uma prática contínua que pode gerar oportunidades de negócios, investimentos e crescimento escalável da startup. Por que fazer networking? Ampliar a rede de contatos profissionais é de extrema importância para negócios de todos os portes, pois permite que a empresa ganhe espaços maiores no mercado e de relevância ao consumidor final.  Claro que para isso é preciso ter definido algumas coisas como: O nicho de mercado   — é o recorte específico do mercado que sua solução vai atuar. Verifique qual é a situação atual deste nicho de mercado e se é viável para produzir soluções; Público-alvo — agora é preciso saber com quem a sua empresa vai se comunicar e como irá suprir as necessidades deste público. Importante é que o público precisa ser os mais segmentado possível (por exemplo: empresários homens de 30-50 anos, da cidade de Curitiba); Validação do produto/serviço — testar a experiência do cliente com sua solução e coletar feedbacks para aprimorá-la. Se for positivo, pode seguir em frente, caso contrário, é preciso rever o que pode ser ajustado. Estas etapas são essenciais para que o negócio possa ganhar espaço no mercado . O ideal é que a rede de networking também se expanda ao mesmo ritmo que o negócio.  Agora veja os motivos de fazer networking e como podem impulsionar sua empresa. 1. Acesso a oportunidades de negócio Ampliar o networking tem as oportunidades de negócio como principal vantagem. Ao desenvolver uma rede de contatos com empresas, investidores e potenciais parceiros, a empresa pode aprimorar processos, produtos e serviços , além de alavancar posições no mercado. O networking permite que a empresa faça conexões estratégicas , o que por consequência gera maior impacto e autoridade do negócio.  Por exemplo: ao fazer colaboração com uma empresa de tecnologia, há chances de aplicar melhorias em processos, ao mesmo tempo que se pode oferecer algo vantajoso. 2. Atração de investidores Sem dúvidas uma rede de networking qualificada chama a atenção dos investidores!  O investidor entende que se a startup ou empresa tem ótimos contatos, sua credibilidade é maior, o que fornece segurança aos investimentos. É possível encontrar investidores interessados em programas de tese de investimento ou de aceleração de startups. 3. Acesso a mentorias e conhecimento Quanto maior for o contato com empreendedores experientes, os insights se tornam mais valiosos para a startup , que podem ser aplicados no dia a dia ou, até mesmo, melhorar questões na gestão que não haviam sido reparadas antes. 4. Maior visibilidade e credibilidade Lembra que relacionamos a credibilidade ao investimento? Pois ela será constante na vida da organização. Seja para os investidores, parceiros e clientes, a credibilidade será norteadora da reputação da empresa. Participar de fóruns, workshops e eventos do nicho deixam a startup em evidência, o que gera visibilidade. Importante aproveitar estes eventos para expandir o networking. 5. Expansão de mercado É esperado que nisso tudo, a startup comece a escalar no mercado. Com o networking bem estruturado, é possível explorar novos mercados e até mesmo expandir internacionalmente. O networking acaba sendo portas e janelas de oportunidades, desde que feita de maneira estratégica. Quando fazer networking? É comum se perguntar qual é o momento ideal para fazer networking, a verdade é que quanto mais cedo melhor. Vamos entender quando começar a desenvolver uma rede de conexões profissionais. Desde o início da Startup A ideação é o momento em que a startup desenha os processos da solução, seja um serviço ou produto. E também é a ocasião ideal para conhecer mentores e possíveis cofundadores.  Realize o benchmarking, navegue pelo LinkedIn e entenda o mercado que está inserido. Durante eventos do setor É recomendável que sua startup participe de eventos, hubs de inovação, hackathons , conferências, programas voltados para startups , porque assim a possibilidade de se conectar com pessoas e empresas entusiastas com a solução é maior. No dia a dia É preciso ir além dos eventos externos. Ao fechar com clientes, não fique preso somente na venda, o instigue a conhecer sua solução mais afundo. O mesmo raciocínio pode ser feito na universidade, em contato com fornecedores e nas redes sociais, principalmente o LinkedIn. Na expansão da startup Se a intenção é alcançar novos públicos ou mercados, é recomendável que o networking se expanda também. Com os objetivos traçados, fica mais fácil segmentar os contatos profissionais.  Nas redes sociais ou no site oficial da startup, mostre os resultados, os cases de sucesso e deixe claro os objetivos de expansão, isso tudo fortalece a reputação e abrange as oportunidades de networking. Como fazer networking de forma estratégica? Certo, já foi estabelecido os momentos ideais para fazer conexões, mas como fazer as conexões profissionais e como saber se elas são eficientes e estratégicas? Existem alguns pontos norteadores para saber, são eles: 1. Defina seus objetivos Já diz o ditado: quem fala com todo mundo, não fala com ninguém Tenha em mente quem você quer atingir de primeiro momento: investidores? Clientes? Parceiros? É importante saber disso porque o discurso deve ser adequado para se aproximar desses diferentes públicos. Você não vai falar com os investidores da mesma forma que fala com clientes, certo? 2. Tenha um Pitch pronto Pitch é uma apresentação curta direta sobre uma empresa ou projeto com a intenção de despertar o interesse de clientes, investidores ou parceiros. Quanto mais refinado e objetivo for um pitch, maior a possibilidade de conexão com personalidades e empresas relevantes para alavancar sua startup. Faça roteiros, grave vídeos, mostre para familiares e amigos, faça testes e só pare quando o pitch estiver pronto para apresentar. 3. Participe de eventos e comunidades Já mencionamos os eventos, mas também é válido mencionar as comunidades , seja no LinkedIn ou outras redes sociais, aceleradoras, fóruns de empreendedores, etc.  Todos esses espaços são propícios para expandir a rede de contatos profissionais. 4. Ouça mais e fale menos Networking não é só sobre vender sua ideia, mas também sobre entender o que os outros precisam e como você pode agregar valor. Ouvir o que o outro tem a dizer faz parte da comunicação e pode ser um recurso valioso para manter contato. Por exemplo, ao participar de uma conferência, ao invés de focar apenas em promover sua solução, escute atentamente os desafios que outras empresas estão enfrentando. Você pode identificar uma oportunidade de parceria ou até uma melhoria em seu próprio produto, baseando-se no feedback real do mercado. 5. Mantenha o contato Agora vem a parte mais importante do networking: manter o contato. Sim, a conexão também é importante, mas ao manter o contato você se mostra à disposição de novos negócios e possibilidades para alavancar sua startup. Então, após conhecer alguém, envie uma mensagem de follow-up, conecte-se nas redes sociais e busque manter um relacionamento contínuo. 6. Ofereça ajuda antes de pedir algo Como mostramos, o networking funciona melhor quando é uma via de mão dupla. Sendo assim, se você puder ajudar alguém primeiro, há mais chances dessa pessoa querer retribuir no futuro. Além disso, o contato pode recomendar os serviços ou produtos a outras pessoas, sendo uma expansão “orgânica” do seu networking. O Pateo76 é o hub de inovação que conecta negócios impactantes a oportunidades relevantes Um networking valioso é aquele feito com estratégia. O Pateo76 é a oportunidade perfeita para que sua startup aprimore o networking e o modelo de negócios com mentores especializados e workshops com temas atuais do mercado. O networking não é uma estratégia pontual, mas uma prática contínua que, quando feita corretamente, pode transformar sua startup. Não perca tempo – comece a construir suas conexões agora mesmo e observe o impacto no seu negócio! Acompanhe o Pateo76 e faça parte da rede que impulsiona negócios com inovação contínua e com a tradição de mais de um século da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) .

  • Inteligência Competitiva: o diferencial estratégico que te destaca no mercado.

    Descubra como a inteligência competitiva pode transformar sua empresa, com antecipação de tendências, análise de concorrentes e impulsionar decisões estratégicas baseadas em dados. Com o mercado cada vez mais volátil e clientes sobrecarregados de informação, é esperado que as empresas busquem destacar diferenciais competitivos.  Mas como descobrir, de fato, o que destaca uma empresa ou produto dos demais? Como isso pode afetar a estratégia geral do negócio? É aí que entra a inteligência competitiva, um modelo preditivo de administração que prevê e antecipa os próximos passos da concorrência. Neste artigo, te explicamos o que é e como aplicar a inteligência competitiva na sua empresa e ajudá-la a se destacar no mercado.  Inteligência competitiva envolve olhar para processos internos e também acompanhar a movimentação do mercado. O que é inteligência competitiva e por que ela importa? É o processo de captar e organizar informações relevantes sobre o comportamento da concorrência, clientes e mercado  para analisar tendências e cenários dentro do nicho. Empresas líderes de mercado utilizam frequentemente a inteligência competitiva para reorganizar o modelo de negócios, rever metas e planejamento para estarem alinhadas às necessidades dos clientes. Isso permite que os times internos da empresa tomem decisões   mais assertivas  em curto e longo prazo. O que aprimora a estratégia da empresa e a jornada do cliente. IMPORTANTE: é recomendável fazer a análise SWOT , uma ferramenta que explora as forças e fraquezas internas, assim como das oportunidades e ameaças externas que impactam a empresa. Dados relevantes para a inteligência competitiva Tomar decisões baseadas em dados deixa qualquer processo mais certeiro. Antes de vasculhar os principais canais em busca desses dados, é preciso entender o que a empresa quer melhorar.  E os dados mais relevantes para a análise competitiva são: Clientes: meça a satisfação dos clientes a partir de formulários, pelas interações e menções nas redes sociais, pelas avaliações de compra ou até mesmo em pontos de venda presenciais. Por quê? Os clientes têm interações mais diretas  que afetam a receita da empresa. Assegurar que a jornada de compra do cliente seja fluída é apenas uma das maneiras de obter fidelidade e destaque para o consumidor. Concorrentes: reúna os materiais de marketing, compre produtos similares aos seus e compare características, acesse os canais de comunicação e entenda como se comportam. Por quê? Ajuda a entender onde o modelo de negócios pode ser aperfeiçoado — ou até mesmo atualizado — para atender melhor as demandas do mercado e dos consumidores. Com estas informações, a empresa terá uma visão macro  de um planejamento com estrutura mais sólida. Mercado: leia relatórios relevantes de pesquisa do nicho, analise a taxa de crescimento anual do mercado em que a empresa está inserida, pesquise as tendências. Por quê? Oferece uma visão ampla das oportunidades  dentro do mercado, além de antecipar as tendências, desde a mudança do comportamento do consumidor até principais inovações.  Todos esses dados são relevantes para que a empresa possa se aprimorar e se adaptar antes dos concorrentes.  Passos práticos para aplicar a inteligência competitiva na sua empresa Agora que o conceito sobre inteligência competitiva foi esclarecido, é hora de compreender como aplicar na empresa. Os seguintes passos são: Defina os objetivos Determine quais dados você quer consultar e o porquê. A ideia é que esses dados sejam norteadores a curto e longo prazo, por isso não pode ser de qualquer coisa e de qualquer lugar.  Exemplo: se sua empresa percebe que os concorrentes estão se destacando por usar mais vídeos em suas redes sociais, esse pode ser um insight  valioso para mudar sua abordagem IMPORTANTE: não se trata de fazer igual ao concorrente, mas sim a se abrir as possibilidades e se esforçar em fazer melhor. Planejamento Com o planejamento refinado e com adaptação constante das equipes internas, é preciso estabelecer metas mensuráveis para validação das estratégias.  Faça reuniões, explore possibilidades e certifique-se de que todos estão na mesma página para alcançar os objetivos. Exemplo: se o objetivo é aumentar as vendas em 10% em um semestre, é necessário traçar uma estratégia que envolva melhorar as abordagens de vendas, aprimorar produtos ou serviços em alguma característica, etc. Lembre-se que os objetivos devem ser mensuráveis e os processos precisam ser acompanhados de perto para saber se está no caminho certo ou não. Implemente e acompanhe os processos internos que podem ajudar no processo Com os dados estratégicos em mãos, garanta que os times pertinentes tenham acesso para poder aplicar no modelo de negócios de forma consistente. Exemplo: se o WhatsApp é o principal canal de comunicação dos consumidores, alinhe com as lideranças do time comercial e de atendimento a prioridade do aplicativo para contato e coleta de feedbacks. Principais vantagens da inteligência competitiva Não existe momento certo para aplicar a inteligência competitiva nas organizações, o importante é ter dados como base e objetivos definidos. Ainda assim, há muitas vantagens em utilizar o processo. Minimizar surpresas do mercado; Identificar potenciais oportunidades e ameaças tanto dos concorrentes quanto do próprio mercado; Criar e adaptar planejamento assertivo através dos dados obtidos; Aprender com acertos e erros da concorrência; Potencializar o reconhecimento da marca e, consequentemente, o faturamento; Fortalecer processos de inovação. Se o processo de inteligência competitiva tiver objetivos claros, a sua empresa pode obter diferenciais competitivos importantes através dessas vantagens e se destacar no mercado. Inteligência competitiva e benchmarking são iguais? Não. Por mais que os conceitos sejam parecidos, inteligência competitiva e benchmarking  possuem diferenças expressivas.  Enquanto a inteligência competitiva envolve uma visão mais ampla da coleta de dados para a estratégia do negócio, o benchmarking  foca na comparação mais específica de um processo — seja interno ou externo. Observe os seguintes exemplos: Inteligência competitiva: se faz o uso dessa metodologia quando é para analisar o comportamento de grandes players  do nicho e dos clientes para planejar os próximos passos. Benchmarking: é ideal para quando a empresa quer comparar um processo específico ao do concorrente e aprimorá-lo. Desta forma, é possível afirmar que o benchmarking faz parte da inteligência competitiva , mas que não são os mesmos conceitos.  Isso porque o benchmarking  procura a comparação direta para aprender as boas práticas do concorrente, enquanto a inteligência competitiva é um processo contínuo de busca de insights  para desenvolver planejamentos estratégicos e antecipar a movimentação do mercado. A inteligência competitiva é uma poderosa aliada para empresas que buscam se destacar em um mercado dinâmico e competitivo. A coleta dos dados pode agregar valor aos objetivos estabelecidos e às tomadas de decisão mais seguras. Por isso, não tenha receios de fazer e refazer novos caminhos dentro do modelo de negócios, porque isso só mostra que seu negócio está disposto a se adaptar. Invista em inteligência de mercado e leve sua estratégia a um novo patamar. Com o Pateo76,  sua startup será impulsionada no mercado, além da oportunidade de se conectar com especialistas que entendem do assunto. Clique aqui  e tenha insights para seu negócio com o Pateo76.

  • 10 erros comuns que impedem o crescimento das startups

    Nos últimos dez anos, mais de 8 mil startups foram encerradas no Brasil. Os motivos variam entre falta de estratégia ou modelo de negócios fracos .  Em um estudo levantado pelo Infomoney, foi averiguado que mais de 8 mil startups faliram nos últimos dez anos no Brasil.  Sendo que 20% era Fintech, startups com soluções voltadas para o âmbito financeiro, 13% era Retailtech, que estão no varejo. Os números ficam mais alarmantes ao pensar que quase 17 mil startups estão ativas no país , praticamente o dobro das que fecharam.  Como as startups podem sobreviver a este cenário? Neste artigo vamos apresentar os 10 principais erros comuns de startups que impedem o crescimento e como evitá-los. Os erros mais comuns que impedem o crescimento da startup envolve desde a definição do produto até a gestão. Falta de Product Market Fit O Product Market Fit ( adequação do produto no mercado, em uma tradução livre para o português) avalia o desempenho de um produto ou serviço no nicho designado.  Se o que foi proposto pela startup solucionar os problemas da persona, o desempenho do produto/serviço será ótimo, contando com alta demanda, retenção forte e feedbacks positivos.  Desta forma, a startup atingiu o Product Market Fit (PMF). Do contrário, o produto/serviço proposto pela startup não supre as necessidades dos clientes e afeta diretamente na tração da mesma.  Dica: estude bem o nicho, faça benchmarking, escute o público antes de lançar um produto. Modelo de Negócio fraco Não basta apenas ter paixão pelo problema, é preciso tornar a solução viável em termos financeiros e administrativos.  Cuidar da saúde financeira da startup pode parecer algo básico, mas muitas encerram serviço por falta do fluxo de caixa ou de um modelo de negócios bem definido.  Ao estruturar o modelo de negócio, a startup fica mais segura quanto à forma de remuneração e receita , o que, em consequência, gera maior rentabilidade da solução proposta pela startup. Problemas de gestão e liderança Uma boa liderança e gestão fazem toda a diferença no desempenho de uma startup, ou até mesmo de uma empresa de grande porte. A falta de delegação, contratações inadequadas, desânimo nas equipes e falta de visão estratégica são alguns dos pontos negativos que podem provir de uma má gestão. A liderança deve inspirar os liderados , engajar, propor metas mensuráveis e pensar no bem-estar interno e externo da organização. Falta de estratégia de marketing e vendas Elaborar estratégias de marketing e vendas é essencial para que o produto chegue ao público-alvo. Sem isso, a startup irá apenas gastar na produção do produto/serviço, mas não terá quem compre.  Desta forma, fica difícil para a startup passar dos cinco anos de funcionamento e escalar no mercado.  Se a startup já tem o público-alvo definido, o modelo de negócios estruturado, é o momento de delinear a estratégia de divulgação do produto ou serviço ofertado. Com metas mensuráveis, se torna mais fácil entender se estão no caminho certo ou não. Gestão financeira ineficiente Lembra que mencionamos que um modelo de negócio fraco afeta financeiramente a startup? Pois é, a ineficiência financeira também.  É comum, principalmente no começo, que haja mais gastos por conta da estrutura inicial da startup. Mas, conforme o crescimento, é recomendável a contratação de um time, terceirizado ou não, de contabilidade para cuidar da vida financeira do negócio. Gastar antes de ter uma base sólida de clientes pode refletir negativamente no futuro, sendo bom maneirar e gerir os ganhos e gastos da startup. Crescimento acelerado antes da hora Todas as startups querem crescer no mercado e não é nenhum crime isso, o problema é quando o crescimento é acelerado e não tem uma estrutura definida para suportar novas contratações ou mudanças bruscas. Por exemplo, contratar funcionários sem saber se conseguirá meios de remunerá-los é um erro que afeta o crescimento saudável da startup. O mesmo vale para criar mais produtos sem a validação do mercado. Estabilize a estrutura da startup , depois a expanda com programas de aceleração. A curto prazo, trará um respiro financeiro. A longo prazo, um alívio. Ignorar feedback do mercado O foco central de uma startup é o cliente e isso deve ser estabelecido desde o início.  Ignorar os feedbacks dos clientes só vai afetar a startup negativamente, de modo que o cliente não confiará e não recomendará o produto/serviço oferecido.  Além disso, receber feedbacks é a oportunidade da organização fazer ajustes e aprimorar processos internos ou externos.  Leve sempre a opinião do cliente em consideração. Não construir uma cultura forte De que adianta faturar bastante se os times da startup não estão engajados em continuar? Alta rotatividade também é um dos motivos que levam as startups fecharem de maneira precoce, porque implica em processos que poderiam acelerar ainda mais o progresso da organização.  Com os times definidos e bem liderados , a cultura organizacional se fortalece e transmite para o lado externo a confiança de adquirirem seus produtos e serviços.  Subestimar a concorrência Fazer benchmarking é um processo importante ao desenvolver o plano estratégico e modelo de negócio. Não para se comparar ou subestimar o concorrente, mas para perceber a maturidade da empresa em relação aos concorrentes e ao mercado.  Pesquise, analise, participe de eventos do nicho e veja o que estão fazendo . Quais são seus diferenciais, em quais canais estão presentes, o tom que usam ao abordarem os clientes no físico e no digital.  Essas informações podem ser essenciais a longo prazo, em vista que pode trazer insights poderosos para a sua startup. Falta de resiliência e adaptação Empreender significa acompanhar todos os movimentos e mudanças do mercado e do comportamento do consumidor, por mais volátil que seja.  Os clientes perdem o interesse em empresas que não se atualizam, preferindo aquelas que estão a um passo a frente para atender suas necessidades.  Não se trata de mudar bruscamente, mas de se adaptar e se mostrar disponível ao mercado em todos os sentidos: cultural, organizacional e operacional. O Pateo76 vai manter sua startup ativa no mercado Em um cenário tão incerto, é normal temer que sua startup faça parte das estatísticas das que fecharam antes de completarem 5 anos de funcionamento. Por isso, você pode contar com o Pateo76, hub de inovação da ACSP para impulsionar sua startup. Mentorias, projetos, pitches days e com a colaboração de outros hubs, startups ganham espaço para inovar no mercado. Não deixe que os desafios do mercado impeçam o crescimento da sua startup. Participe da comunidade de inovação do Pateo76. Clique aqui para saber mais.

  • O que é Jornada do Cliente? Entenda e aplique no seu negócio

    Entenda o processo que mapeia desde o primeiro acesso até a compra efetiva do cliente, e como ajuda as empresas a desenvolverem estratégias mais assertivas. A jornada do cliente foi apresentada pelos professores de Marketing, Katherine Lemon e Peter Verhoef , em um artigo científico  em 2016, onde eles pontuam o processo que o cliente percorre para garantir um fim com a empresa. Apesar de parecer uma jornada linear, não é. A jornada do consumidor é dividida em etapas e a empresa, com seu time, deve elaborar estratégias para reter os clientes mesmo depois da compra.  Neste artigo, explicaremos o que é e como funciona a jornada do cliente na sua empresa. O que é a jornada do cliente? A jornada do cliente é o processo que a pessoa interessada em um produto ou serviço percorre desde a identificação do problema até a compra efetiva na empresa. No geral, é dividida em 5 etapas essenciais: Aprendizado e descoberta; Reconhecimento do problema; Consideração da solução; Decisão de compra; Pós-venda Vamos explorar com mais detalhes adiante. É possível se perguntar para quê serve a jornada do cliente para a empresa.  Ela proporciona uma visão mais clara do processo de vendas e fazer com que gestores e equipes tracem estratégias mais eficazes nas áreas de marketing e comercial.  Sendo assim, a jornada do cliente afeta diretamente no funil de vendas. Mais do que um processo de venda, a jornada ajuda a estruturar a experiência do público-alvo com a empresa, desde as campanhas direcionadas até o pós-venda, onde é importante capturar feedbacks e fidelizar o cliente. É preciso ressaltar que com o processo bem estruturado, a comunicação da empresa se torna mais assertiva, padronizada e personalizada, o que abrange as chances de êxito na venda. Como mapear a jornada do cliente? Antes de colocar a estratégia em prática, é preciso estudar os objetivos e os meios para atingi-los. Para estruturar a jornada do cliente, é preciso: Definir quem são as personas A persona permite com que o público-alvo possa ser representado de maneira semi-fictícia, onde a empresa estabelece o perfil ideal e como irá se comunicar com o cliente.  Estabelecer tempo de duração da jornada Determine o tempo limite para cada etapa da jornada, para não prolongar sem necessidade. Identificar os canais de interação com os clientes Com as personas definidas, é importante saber em quais os canais elas interagem mais para deixar a estratégia mais impactante e assertiva. E também faz com que o cliente venha até a empresa com naturalidade. Definir estratégias para cada etapa da jornada A jornada do cliente não é linear. Pode haver obstáculos e a empresa precisa estar preparada para enfrentá-los e manter o interesse do cliente.  Por isso, estabeleça estratégias para cada etapa da jornada que garanta que o cliente tome a decisão final de compra.  Antes da compra, existem outros passos que as empresas devem levar em consideração. As etapas da jornada do cliente Como mencionamos anteriormente, a jornada do cliente tem 5 etapas e elas são essenciais para mapear onde o cliente está e como garantir que ele siga em frente.  Todas as etapas focam no cliente e quais as possíveis decisões que a empresa deve tomar. São elas: Aprendizado e descoberta Na primeira etapa, o cliente ainda não descobriu o problema que enfrenta e nem conhece sua empresa. O ideal é que a empresa ofereça materiais informativos ou que despertem a curiosidade dos clientes.  Por exemplo: O CEO da startup está navegando pelo LinkedIn e se depara com um artigo intitulado: "Startups que estruturam seu funil de marketing crescem 3x mais rápido – Você já começou o seu?" Ele fica curioso e acaba lendo o post. Ao terminar de ler, percebe que a empresa está perdendo oportunidade de crescimento e isso faz com que ele pesquise mais sobre o assunto. Formatos de conteúdo para esta etapa: Artigos no LinkedIn ou blog corporativo sobre tendências do mercado Posts e infográficos com estatísticas relevantes Podcasts e webinars discutindo desafios comuns no setor Relatórios de mercado e pesquisas que mostram oportunidades. Isso mostra ao público-alvo que sua empresa está atenta às principais tendências e reafirma sua autoridade. Reconhecimento do problema O cliente reconhece que o problema existe e começa a buscar soluções. Os canais de comunicação da empresa ganham mais destaque com conteúdos educativos e podem ser conhecidos pelo cliente, que enxerga a empresa como uma potencial solucionadora. Por exemplo: Uma pessoa sente dores frequentes nas costas após longas horas de trabalho, mas não sabe exatamente o que pode ajudá-la. Ela encontra um artigo no blog de uma marca de cadeiras ergonômicas sobre “5 sinais de que sua cadeira pode estar prejudicando sua postura”. Formato de conteúdo: Blogs posts educativos Posts informativos nas redes sociais Infográficos Anúncios pagos para reconhecimento Quanto mais informativo for os conteúdos, maior a probabilidade dos clientes reconhecerem o problema e considerarem a empresa para resolvê-lo com produtos ou prestação de serviços. Consideração da solução Agora que o cliente sabe que o problema existe, começa a pesquisar soluções. Durante as buscas, ele vai se deparar com algumas empresas e vai pesquisar ainda mais para descobrir qual faz mais sentido para aquele momento. Por exemplo: a pessoa percebe que precisa trocar sua cadeira e começa a comparar diferentes modelos. Ela assiste a vídeos no YouTube sobre “Melhores cadeiras ergonômicas para home office”  e lê avaliações de clientes. Formato de conteúdo: Comparativos entre produtos Depoimentos de clientes Guias detalhados Webinars educativos Esses conteúdos podem ser determinantes pela preferência que o cliente aderir. Por isso, mantenha o conteúdo chamativo, atualizado e, principalmente, relevante. Decisão de compra Depois de tantas pesquisas, o cliente finalmente está pronto para fazer sua compra. Alguns fatores podem ser determinantes para a decisão: valor, qualidade, avaliações de clientes, atendimento, prazo de entrega, etc. Por exemplo: Após pesquisar sobre ferramentas de automação de marketing para sua empresa, o gerente de marketing encontra uma oferta especial: um mês gratuito para testar a plataforma.  Formato de conteúdo: Testes gratuitos/demonstração Garantias e políticas de troca Promoções exclusivas Provas sociais (reviews, estudos de caso) É essencial que todos os canais de comunicação da empresa estejam alinhados para não deixar o cliente com dúvidas ou receoso de fazer a aquisição. Pós-venda Manter o relacionamento é essencial para fidelização, porque abre margem para que ele compre de novo e indique para pessoas próximas. O processo de pós-venda faz toda a diferença nesta etapa. Exemplo: ao contratar uma plataforma de gestão de desempenho, a gestora de RH recebe um e-mail com dicas de como configurar a ferramenta para otimizar avaliações de desempenho. Além de receber um convite para participar de um webinar exclusivo. Formato de conteúdo: E-mails com dicas de uso Programas de fidelidade Suporte pós-venda Comunidades exclusivas Para assegurar a boa experiência do cliente, mantenha os canais abertos para feedbacks, sugestões e reclamações para mostrar que a opinião dele faz a diferença. Quer destacar sua empresa no mercado e atrair mais clientes? No Pateo76, ajudamos você a estruturar uma jornada do cliente personalizada e estratégica. Faça parte do nosso hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP)!

  • Aceleradoras de Startups: o que são e como podem impulsionar o seu negócio

    Entenda como aceleradoras de startups podem fazer com que seu negócio ganhe espaço no mercado a partir de mentorias, investimento e networking. Startups nascem de grandes ideias para soluções e oportunidades dentro mercado. O entusiasmo é fundamental para que o negócio siga em frente, assim como o uso de dados para tomadas de decisões.  Porém, só o entusiasmo dos idealizadores não é o suficiente.  É preciso de uma estrutura sólida de modelo de negócios, planejamentos a curto, médio e longo prazo, etc.  São assuntos que se acumulam no caminho e o empreendedor não sabe por onde começar. É aí que as aceleradoras de startups entram. Descubra como as aceleradoras de startups funcionam e veja como elas podem impactar e impulsionar o seu negócio. As aceleradoras têm metodologias próprias e compartilham do mesmo objetivo: fomentar o empreendedorismo e engajar startups. O que são aceleradoras de startups? Como o próprio nome sugere, se trata de organizações que aceleram o desenvolvimento de startups por meio de programas intensivos e imersivos com mentorias, palestras, networking, etc. Ou seja, as startups que querem apresentar sua solução ao mercado, mas não têm uma estrutura competitiva definida podem contar com o auxílio das aceleradoras.  Os programas podem ser de curta ou longa duração, conforme a necessidade da startup ou da proposta da organização. Mas o objetivo é o mesmo: proporcionar recursos e apoios para as startups crescerem de maneira exponencial e atingirem os objetivos. Como funcionam as aceleradoras de startups?  Normalmente as organizações oferecem esses programas exclusivamente para startups e fazem um processo seletivo.  Os requisitos, prazo de inscrição e a duração variam e o empreendedor pode acessar o edital do programa para melhores informações. A didática, os materiais, as mentorias e as parcerias também são de responsabilidade da organização.  É recomendável que o empreendedor pesquise ou fique atualizado de programas que existem no nicho do negócio ou os que são realizados por multinacionais.  Ao fim do programa, as organizações costumam entregar certificados ou selos às startups , o que confere a credibilidade ao negócio. Assim como as startups chanceladas pelo programa Ac boost. Principais benefícios das aceleradoras de startups Ao participar de um programa de aceleração, o empreendedor vai se deparar com oportunidades sólidas de aumentar o desempenho da empresa . Além de fazer parcerias estratégicas e valiosas.  Entre todos os benefícios, podemos mencionar: Mentorias: acesso a mentores experientes que podem oferecer conselhos estratégicos de maneira personalizada. Acesso a capital: os programas de aceleração costumam oferecer conexões com investidores em potencial para fazer o investimento inicial na startup. Networking: o empreendedor pode conhecer mentores, parceiros e outras startups para potencializar o negócio. Validação: com o programa é possível validar o modelo de negócio e fazer possíveis ajustes, quando necessário. Visibilidade: a certificação do programa proporciona visibilidade e credibilidade às startups, o que facilita a atração de investidores e clientes. As aceleradoras de startups servem como uma bússola aos empreendedores, pois apontam pontos de oportunidade e melhoria no sentido interno ou externo do negócio.  Principais tipos de aceleradoras de startups As aceleradoras podem ser fundadas tanto por organizações privadas quanto por públicas. Cada uma terá critérios particulares de seleção e de processo, e cabe ao empreendedor pesquisar e escolher os programas que deseja participar.  Aceleradoras privadas Geralmente fundadas por instituições privadas e são as mais requisitadas pelos empreendedores.  A empresa em questão faz um período de inscrições e seleciona startups que chamam a atenção para impulsionar o modelo de negócios com networkings, palestras e mentorias. Também é possível que a empresa do programa ofereça um capital inicial em troca de uma participação acionária na startup, o que pode ser vantajoso para ambos os lados. Aceleradoras públicas São financiadas pelo governo ou por instituições públicas com a intenção de expandir o ecossistema do empreendedorismo e fortalecer a economia de certa região ou país . Além de que podem criar novas oportunidades de empregos. Aceleradoras corporativas São grandes empresas que buscam startups para impulsionar o próprio negócio ou nicho. Sendo assim, as startups apresentam as soluções que podem integrar à empresa patrocinadora. Aceleradoras acadêmicas O principal alvo dessas aceleradoras são startups fundadas por estudantes, pesquisadores ou professores. Aceleradoras segmentadas Esses programas são recomendados para startups que buscam um nicho específico do mercado. Podem oferecer mentorias e networking mais específicos. Aceleradoras de startups de saúde Atendem startups com foco em todas as áreas da saúde. Os programas tendem a ser mais amplos porque novas soluções para essa área aparecem todos os anos e são cada vez mais inovadoras. Como escolher uma aceleradora de startup Diante de tantos tipos, fica difícil escolher uma ou se programar para participar de todas, certo? Não se preocupe, há alguns critérios que podem ser levados em consideração na hora da inscrição. Portfólio Acesse o site da aceleradora e veja quantas e quais startups participaram. Normalmente as aceleradoras de startups divulgam depoimentos dos participantes nas redes sociais, o que pode ser um diferencial na hora da decisão. Pesquise também como estão as startups no momento. Mentores As aceleradoras muitas vezes selecionam mentores que já são autoridade no nicho ou que trazem pontos de vista que agregam valor. Com os nomes dos mentores divulgados no programa, pesquise o perfil do mentor no LinkedIn, no YouTube e no site pessoal (se tiverem) para conhecer e se inspirar. Quanto mais reconhecido o mentor for, melhor a qualidade da mentoria. Conteúdo programático Se a aceleradora já tiver um tempo sólido no mercado, entenda mais sobre a didática do programa, se terão material exclusivo ou veja vídeos que mostram as edições anteriores. Apesar desses norteadores, é o empreendedor que deve entender qual aceleradora é a ideal para o negócio. O Ac boost impulsiona seu negócio com tradição inovadora As aceleradoras de startups são um ótimo pontapé inicial para os empreendedores estruturarem melhor o modelo de negócios e entenderem como sua solução funcionará na prática conforme a mentoria de especialistas. Além da vasta oportunidade de conhecer parceiros em potencial durante a jornada. O Ac boost  é o programa de impulsionamento de startups do Pateo76, hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) , que já chancelou mais de 120 startups com o Selo de Inovação da ACSP.  No programa, o empreendedor conta com todas as vantagens tradicionalmente inovadoras: mentorias, conexões com empreendedores e especialistas, possibilidade de parcerias corporativas e governamentais e muito mais.  Não perca a chance de acelerar o seu negócio! Participe do Ac boost e leve sua startup para o próximo nível.

  • 6 práticas de Transformação Digital para aplicar na sua empresa

    Confira como as práticas de Transformação Digital pode agregar valor à cultura interna da empresa e aprimorar a jornada do cliente de maneira descomplicada e eficaz. Transformação digital é o processo de integração de ferramentas digitais em diversos setores de uma empresa. Mais do que isso, é uma maneira do negócio fazer uma transformação cultural nos times internos para que a aplicação das tecnologias seja eficiente.  O comportamento do consumidor está cada vez mais moldado à tecnologia, o que é um fator decisivo para o posicionamento da empresa. Sendo assim, é imprescindível, atualmente, a presença digital  para alcançar novos públicos. Mas a transformação digital é somente para startups e empresas de grande porte? Não. Empresas de todos os portes  podem (e devem) investir na transformação digital.  Neste artigo, te apresentamos as 6 práticas de transformação digital, apresentadas pelo estudo da McKinsey & Company, para você aplicar no seu negócio e se destacar no mercado. Consciência da mudança O primeiro passo é reconhecer que seu negócio precisa passar por um processo de inovação, e também  compreender a importância da análise de dados  para tomada de decisões e como a tecnologia afeta todo o ecossistema organizacional.  Perceber a necessidade de mudança é o primeiro passo para a transformação digital. Orientação externa Nada se faz só ou sem ajuda; por isso, é recomendável buscar parcerias para o processo de digitalização na empresa . A parceria especializada pode fazer com que o empresário enxergue as oportunidades de otimização de processos com meios digitais e mostrar como aplicá-las na prática.  Centralidade do cliente Como mencionamos anteriormente, a relação do cliente com as empresas mudou e a sua maneira de consumo também. Sendo assim, é   importante compreender em  quais canais os clientes estão presentes  e como se comunicar com eles, seja desde um site principal bem estruturado e intuitivo até um atendimento mais ágil via WhatsApp, por exemplo. O cliente deve ser o centro de todas as decisões tomadas durante a transformação digital Estrutura organizacional Aplicar a mentalidade digital nos negócios envolve mexer em toda a estrutura organizacional, desde a quantidade de funcionários em certos setores até a otimização de processos internos e externos. Claro que todas essas mudanças devem estar alinhadas com as estratégias do negócio. Experimentação Se a tecnologia muda constantemente, novas estratégias devem ser traçadas no mesmo ritmo. Isso envolve experimentação de novos métodos e aplicação de novas tecnologias para se manter atualizado nas novidades do mercado.  Pesquise, estude e consulte as principais tendências e perceba o que mais faz sentido para o negócio naquele momento ou para o futuro, seja para aprimorar processos internos ou a jornada do cliente. Jornada do Cliente Este tópico é essencial para qualquer tipo de negócio, independente do nicho . Compreender e traçar o processo de venda, compra e pós-venda gera fidelização de clientes. Mas inserir a tecnologia vai, além de otimizar tempo e recursos, deixar a experiência do usuário mais confortável e única. Com estas práticas, a transformação digital se torna mais eficaz na empresa e traz impactos positivos a longo prazo na experiência do cliente, o que pode implicar em fidelizações e de melhor qualificação de leads.  É bom lembrar que a transformação digital deve ser constante . O dinamismo do mercado apresenta novas vantagens o tempo todo, e você, empreendedor, deve estar sempre um passo a frente. Por isso, seja adaptável, e mesmo que a transformação digital tenha sido concluída, não hesite em revisitar estratégias e aprimorá-las. No Pateo76, os empresários associados à Associação Comercial de São Paulo (ACSP) têm a oportunidade de alavancar os negócios com uma rede de networking exclusiva e assertiva. Confira aqui.

  • IA Generativa - vale a pena levar para a sua startup?

    Entenda como a Inteligência Artificial Generativa pode impulsionar os negócios com baixo custo e alto impacto. A inteligência artificial chegou para ficar. E não é nenhum exagero afirmar isso, já que ela já está moldando as relações humanas, o modo de pesquisa on-line e, até mesmo, no comportamento de consumo.  A vertente mais popular desta tecnologia é a IA generativa, que tem o intuito de gerar respostas e análises, às vezes complexas ou não, em segundos. Neste artigo, vamos explorar um pouco mais sobre a IA generativa e como ela pode colaborar com os fundadores de startups. O que é IA generativa? É o modelo de IA que utiliza Machine Learning — aprendizado de máquina, em português —, para  identificar padrões e dados de conteúdos criados por humanos para conseguir gerar respostas. Em seguida, com os padrões aprendidos, ela pode desenvolver conteúdos novos, conforme o pedido no prompt, feito pelo usuário. Só o ChatGPT , plataforma de IA generativa da Open AI e mais popular, conta com mais de 400 milhões usuários ativos e mais de 2 milhões de corporações pagantes. É inevitável que pequenas e médias empresas estão usando agentes inteligentes para impulsionar os próprios negócios . Isso não é diferente de startups, que, muitas vezes, comercializam soluções integradas a uma IA. Mas como usar a IA generativa para fortalecer sua marca de forma estratégica e rentável? O ChatGPT, a IA Generativa da OpenAI, recebe mais de 4 bilhões de visitas por mês ( Exploding Topics ). Como a IA generativa pode ser aplicada na startup A IA generativa otimiza processos e pode trazer um respiro para os fundadores, que podem focar em outras prioridades.  Ela pode ser útil nos seguintes segmentos: Produção de conteúdo: a IA generativa pode produzir blogs, posts para redes sociais, vídeos, imagens, descrições de produtos e e-mails com um prompt; Otimização de processos: todas as tarefas repetitivas podem ser automatizadas; Personalização: atendimento e experiências personalizadas aproximam e fidelizam clientes; Redução de custos: quando bem implantada, a automação pode reduzir significativamente os gastos, como a de mão de obra e tempo de desenvolvimento. Pesquisa: IAs como o Gemini ajudam bastante no processo de pesquisa, com dados apurados; Assistência pessoal: as IAs generativas, quando bem treinadas pelo usuário, podem oferecer serviços de assistência pessoal, como agendamentos, revisão e previsões comerciais. Cuidados ao implementar IA generativa na startup A IA não é uma tecnologia recente, mas só agora ganhou proporções mundiais e de fácil acessibilidade, o que reforça a importância dos desafios que os fundadores podem enfrentar ao automatizar certos processos com IA generativa. Os provedores responsáveis pelas inteligências artificiais são atualizados a todo momento, e novos modelos surgem mais rápido, mas não é por isso que o senso crítico deva ser deixado de lado. Nem tudo o que a IA produzir será assertivo ou orgânico . Antes de pedir um prompt, trabalhe no propósito do pedido e o que pode ser feito.  IA é ferramenta. Não a substituição humana. Alguns pontos que os fundadores devem prestar a atenção: Qualidade e relevância: todo conteúdo gerado deve ser revisado e ajustado, para garantir a relevância, o tom da marca e a qualidade; Custos e recursos: a startup deve ter alguma capacidade técnica e financeira para implementar as ferramentas; Ética: é fundamental estar atento às questões éticas, como o viés nos dados de treinamento da IA, para evitar a geração de conteúdo discriminatório ou problemático; Criatividade humana : a IA é uma ferramenta. Ela não substitui a criatividade humana, mas a potencializa. IAs generativas para startups usarem Com o boom das inteligências artificiais, agora existe uma gama de ferramentas automatizadas, pagas ou não, de fácil acessibilidade, e otimizam a rotina da gestão de negócios. A IA generativa está em quase todos os setores para ajudar uma empresa, desde produção de conteúdo, descrição de produtos para site e-commerce e até produção automática de planilhas. Vamos listar algumas IAs que podem ajudar o empresário no dia a dia. ChatGPT A ferramenta do momento e com maior número de usuários pelo mundo, a IA da Open AI produz textos, cria imagens, documentos e apresentações com o Canva. O que pode fazer: textos corporativos e de alta complexidade, gera imagens em diferentes estilos, roteiros para vídeos, documentos para impressão, assistência pessoal, comparação entre produtos ou serviços, pesquisa de mercado e de preço. Cuidados: as informações podem ser incorretas e pode haver erros de gramática e redundância em textos. É recomendável ter o senso crítico e critério ao ler o que o ChatGPT produziu. Gemini Semelhante ao ChatGPT, a IA do Google tem feito atualizações para se destacar no mercado. A mais recente é o Veo 3, que é a plataforma que produz vídeos curtos com ultrarrealismo. Por estar conectado à base de dados do Google, a ferramenta é excelente para fazer pesquisas mais densas e precisas, com as fontes anexas para consulta. O que pode fazer: pesquisas mais complexas, produção de texto, vídeos curtos autorais, resumos de informações. Cuidados: verifique todas as informações, dados e fontes que o Gemini fornecer, pode haver inconsistências. Midjourney Quer produzir conteúdos visuais autênticos? A IA Midjourney  oferece uma experiência acessível para produções visuais com custo inicial baixo. Ela é ideal para produções de peças originais, mockups, design de marca. O que pode fazer: criar artes visuais, vídeos curtos ultrarrealistas ou artísticos, peças publicitárias, apresentações visuais, desenvolvimento de identidade visual. Cuidados: por basear as artes em diversas referências, nem tudo será totalmente original; por isso, é bom tomar cuidado com obras autorais que podem ter copyright. Notion AI Organização é imprescindível no meio corporativo, por isso o Notion desenvolveu a IA generativa própria, para que os usuários — principalmente empreendedores — pudessem desenvolver suas rotinas e prioridades de maneira intuitiva. O que pode fazer: resumir anotações de reuniões, fazer e gerenciar listas de tarefas, produz, traduz e revisa textos, rascunhos de fluxogramas e de gerenciamento de projetos. Cuidados: revise os conteúdos e textos gerados, verifique os fluxogramas e adeque conforme sua necessidade. O Pateo76 está com o futuro das empresas A IA generativa é apenas mais um passo dentro da Indústria 5.0  — que abrange a automação total de processos repetitivos e a intermediação humana —, e o Pateo76 está atento às oportunidades no mercado e quer levar mais startups ao topo. Por meio de workshops, reuniões, conexões com outras startups e hubs, o Pateo76 promove um ambiente tradicionalmente inovador para que pequenas e médias empresas e startups se fortaleçam no mercado com inovação. Quer levar sua startup ao próximo nível? Conecte-se ao Pateo76 e faça parte dessa comunidade inovadora. Participe da comunidade do Pateo76 aqui .

  • Transformação Digital: o que é e como aplicar no seu negócio

    O que é transformação digital?  Transformação digital é o processo de integração de tecnologias digitais em diversos setores de uma empresa. A ideia final é agregar maior valor ao relacionamento com os clientes. Para isso, é preciso ressaltar que também se trata de uma transformação na cultura da empresa  tanto interna quanto externa.  Mesmo que a empresa não seja de tecnologia ou não tenha um e-commerce, ou loja virtual, ela se torna mais conhecida através do meio digital e é capaz de otimizar seus processos. Dessa forma, é preciso ter disposição não só para aderir a novas tecnologias ou plataformas, mas a olhar ao redor da empresa e se perguntar como aplicar a cultura digital no âmago do negócio e torná-la estrategicamente viável para os colaboradores, clientes e para o mercado. Uma das empresas de tecnologia com Selo de Inovação ACSP-PATEO76, a Go Page , é um exemplo perfeito para transformar seu negócio de forma intuitiva e chamativa, que pode atrair a atenção de clientes em potencial. Em uma pesquisa realizada pela Sercom  (empresa especializada em comunicação e atendimento ao cliente) mostra-se que 64% dos clientes preferem o atendimento via chat ou WhatsApp , o que reforça a demanda de tecnologia no mundo dos negócios. O processo da empresa integrar tecnologia em todos os âmbitos recebe o nome de transformação digital. Mas como a transformação digital é feita? E por que é tão importante? Vamos te apresentar as principais práticas e desafios para se inserir nesse mercado com imersão junto ao Ac digital. Importante diferenciar a Transformação Digital da Digitalização , pois a digitalização tem o intuito de converter processos físicos para o digital. Então, sabe aquela pilha de papéis que fica na mesa ou em pastas? Com a digitalização, ela passa a ficar disponível em plataformas digitais, como a planilha de Excel, por exemplo. Podemos citar também os famosos formulários digitais, que facilitam bastante as áreas da empresa, como o RH. A digitalização é, na verdade, uma das  bases para que a transformação digital possa subir mais alguns degraus . A Transformação Digital é um processo que envolve reestrutura cultural da empresa, além da adoção de novas tecnologias. Práticas da transformação digital Tendo entendido o conceito de transformação digital, é hora de compreender as práticas da transformação digital , apresentadas pelo estudo da McKinsey & Company, empresa de consultoria empresarial, que são: Consciência da mudança O primeiro grande passo é reconhecer que seu negócio precisa passar por um processo de inovação, e também compreender a importância da análise de dados para tomada de decisões e como a tecnologia afeta todo o ecossistema organizacional.  Orientação externa Nada se faz só ou sem ajuda; por isso, é recomendável buscar parcerias para o processo de digitalização na empresa. A parceria especializada pode fazer com que o empresário enxergue as oportunidades de otimização de processos com meios digitais e mostrar como aplicá-las na prática.  Centralidade do cliente Como mencionamos anteriormente, a relação do cliente com as empresas mudou e a sua maneira de consumo também. Sendo assim, é importante compreender em quais canais os clientes estão presentes e como se comunicar com eles, seja desde um site principal bem estruturado e intuitivo até um atendimento mais ágil via WhatsApp, por exemplo. Estrutura organizacional Aplicar a mentalidade digital nos negócios envolve mexer em toda a estrutura organizacional, desde a quantidade de funcionários em certos setores até a otimização de processos internos e externos. Claro que todas essas mudanças devem estar alinhadas com as estratégias do negócio. Esse é o intuito principal do Ac digital, ser o agente transformador para as MPEs (Micro e Pequenas Empresas) se tornarem potenciais competitivos com impulsionamento da tecnologia. Experimentação Se a tecnologia muda constantemente, novas estratégias devem ser traçadas no mesmo ritmo. Isso envolve experimentação de novos métodos e aplicação de novas tecnologias para se manter atualizado nas novidades do mercado.  Pesquise, estude e consulte as principais tendências e perceba o que mais faz sentido para o negócio naquele momento ou para o futuro, seja para aprimorar processos internos ou a jornada do cliente. Jornada do Cliente Este tópico é essencial para qualquer tipo de negócio, independente do nicho. Compreender e traçar o processo de venda, compra e pós-venda gera fidelização de clientes. Mas inserir a tecnologia vai, além de otimizar tempo e recursos, deixar a experiência do usuário mais confortável e única. Desafios da transformação digital Por se tratar de uma transformação que começa na estrutura organizacional, o estudo da McKinsey & Company também apontou alguns desafios que existem na jornada.  São eles: Roadmap específico São roteiros visuais que auxiliam nas estratégias de negócios e gerenciamento de projetos. É necessário desenvolver, em conjunto e com diferentes pontos de vista, esse roteiro para alcançar a implementação digital com eficiência. Dados e Inteligência Analítica Negócio nenhum vai para frente sem dados. Isso porque eles são essenciais para as tomadas de decisão, na elaboração de estratégias e nas tendências.  Por exemplo, entender a faixa etária dos clientes ajuda a reconhecer padrões de consumo deles e como se comunicar com eles para o início da jornada do cliente. Talentos Não se trata apenas de colocar uma tecnologia nova na empresa, é necessário alinhar a mentalidade dos gestores, treinar as equipes e acompanhar os feedbacks constantes sobre a aplicabilidade da solução.  A diferença competitiva também está na quantidade necessária de pessoas nos times, de acordo com o planejamento do negócio. Quando a inovação já está firme na estrutura organizacional e os times estão inseridos na transformação digital, o ideal é aprimorar as estratégias de retenção dos talentos. Mentalidade baseada em dados É preciso reforçar a importância dos dados para os negócios na transformação digital. Mas também é importante entender como a mentalidade voltada para tomada de decisões através dos dados enriquece ainda mais a inovação na empresa. Ao conhecer os desafios, fica mais fácil superá-los e ter maior foco na estratégia da organização. Como aplicar as estratégias da transformação digital Conforme conhecemos as práticas e desafios da transformação digital, é tempo de conhecer as principais estratégias que serão feitas com o apoio do Ac digital, que são: Alinhar as metas de negócios: não se atenha a uma tecnologia específica. Vamos rever a jornada do cliente, a gestão de processos da empresa e identificar o que pode ser melhorado com auxílio da tecnologia. Mapear a implementação das tecnologias: com o devido diagnóstico feito pelo Ac digital e as metas alinhadas, mostraremos a você as potenciais tecnologias para agregar o plano de negócios, seja para colaboradores ou para clientes. Apoiaremos você para treinar e agilizar as gestões das áreas. Feedback e refinamento: é essencial incluir métodos de feedback recorrentes para todas as partes da empresa durante a transformação digital. Com isso, você garante com que todos estejam por dentro da jornada e colaborem com o seu avanço. Seguir essa jornada vai assegurar se há a necessidade de aperfeiçoar ou traçar novos caminhos no meio digital.  Tipos de tecnologias na transformação digital Com as teorias apresentadas, podemos conhecer melhor as tecnologias digitais que as empresas mais usam no momento. Lembre-se que elas variam de acordo com a necessidade do cliente, do modelo e planejamento do negócio e que no Ac digital você receberá as recomendações modeladas para as necessidades da sua empresa. LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados): existe a lei federal nº 13.709 , que tem o intuito de garantir os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade no que diz respeito a dados pessoais, e que alguns deles estão sujeitos a proteções mais específicas. Toda organização precisa conhecer a LGPD para assegurar a confiança dos clientes com a empresa. Mídias sociais: as empresas usam cada vez mais essas plataformas para divulgar produtos e serviços, eventos, promoções, campanhas, etc. Nos tempos atuais, o Instagram é o novo cartão de visita do negócio. Chatbot: são robôs programados para as funções básicas do atendimento ao cliente, como respostas para perguntas frequentes e encaminhamento para um atendente humano. Computação em nuvem (Cloud Computing): é a tecnologia que armazena dados em larga escala através da internet, dispensando o uso de recursos físicos e permitindo que possa ser acessado de maneira remota de qualquer lugar, basta estar usando internet e ter um bom navegador. Aprendizado de máquina (Machine Learning): é a aplicação de algoritmos e técnicas que permitem que um computador adquira conhecimento na forma de modelos, regras e padrões a partir de um volume de dados. Então, o chatbot pode aprender novos padrões de atendimento ao cliente e aplicá-los para maior eficiência. Big Data:  é o banco de dados que armazena o conjunto informações nas empresas, desde registros financeiros até dados mais sensíveis. Com ele é possível extrair informações dos dados e analisá-las com exatidão, além de detectar padrões e projeções de cenários futuros. Antes de pensar em aplicar uma solução digital para a empresa, certifique-se de implementar a inovação na cultura da organização para    que possa refletir de dentro para fora, em seguida faça um diagnóstico geral e mapeie os processos que podem ser aprimorados com apoio da tecnologia. Para que a empresa continue relevante para o mercado e seja um potencial competitivo, é necessário estar a par das mudanças da tecnologia e renovar a estratégia  da transformação digital alinhada ao planejamento de negócios.  Com o Pateo76 , hub de inovação da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), apresentamos as oportunidades que o mundo digital oferece de maneira personalizada e eficaz. Dê o próximo passo com o seu negócio e seja o diferencial competitivo nesse mercado dinâmico.

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